{"id":5658058,"date":"2018-11-16T20:31:50","date_gmt":"2018-11-16T22:31:50","guid":{"rendered":"http:\/\/ciendigital.com.br\/?p=5658058"},"modified":"2018-11-28T17:58:27","modified_gmt":"2018-11-28T19:58:27","slug":"o-que-praticar-o-cien-quer-dizer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/2018\/11\/16\/o-que-praticar-o-cien-quer-dizer\/","title":{"rendered":"O que \u201cpraticar o CIEN\u201d quer dizer?"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5658058?print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5658058?print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><figure id=\"attachment_5658807\" aria-describedby=\"caption-attachment-5658807\" style=\"width: 213px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-5658807\" src=\"http:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/010-213x300.png\" alt=\"\" width=\"213\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/010-213x300.png 213w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/010-274x386.png 274w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/010.png 545w\" sizes=\"auto, (max-width: 213px) 100vw, 213px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5658807\" class=\"wp-caption-text\">Andrea Lanna<\/figcaption><\/figure>\n<h6>Emelice Prado Bagnola<\/h6>\n<h6>Laborat\u00f3rio: O saber da crian\u00e7a<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><sup>[1]<\/sup><\/a>, Campinas-SP.<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para ler o efeito da experi\u00eancia de tratar o encontro com o Real, por meio da participa\u00e7\u00e3o nas conversa\u00e7\u00f5es do laborat\u00f3rio, preciso recuperar, de entrada, quando o significante CIEN surge pelo caminho.<\/p>\n<p>Todo o trabalho que temos em uma an\u00e1lise em dire\u00e7\u00e3o ao Um<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\"><sup>[2]<\/sup><\/a> pressup\u00f5e o retorno ao coletivo do nosso mal-estar particular: quer seja este dentro dos assuntos de fam\u00edlia ou aquele aplicado a uma comunidade.<\/p>\n<p>Aqui tomo fam\u00edlia como o ber\u00e7o das fic\u00e7\u00f5es, o espa\u00e7o onde se constitui o sintoma que na rela\u00e7\u00e3o entre o eu e o Outro institui a f\u00f3rmula da fantasia, e do lado coletivo, na estrutura como a de uma cidade<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\"><sup>[3]<\/sup><\/a>, os acontecimentos da vida cotidiana, sua pol\u00edtica e sua arte, que entram no jogo e tamb\u00e9m podem produzir marcas no sujeito, inscri\u00e7\u00f5es, que determinam os seus modos de gozo.<\/p>\n<p>Desse ponto de vista, a psican\u00e1lise se comporta interessada na hist\u00f3ria dessa trama no ponto onde isso traumatiza e perturba o sujeito, mas tamb\u00e9m se movimenta para criar espa\u00e7os simples como o de um laborat\u00f3rio, onde a conversa\u00e7\u00e3o possa acontecer e dela ver nascer uma quest\u00e3o, que no CIEN chamamos de impasse.<\/p>\n<p>Esta \u00e9 a primeira imagem que tenho do CIEN: um lugar discreto onde a palavra encontra espa\u00e7o para circular e \u00e9 composto por um coordenador que ao mesmo tempo anima a conversa\u00e7\u00e3o, sustenta um furo que se instala em uma falta e recebe este endere\u00e7amento que pede escuta para o que cada participante vem dizer.<\/p>\n<p>O laborat\u00f3rio \u00e9 para mim um lugar que trabalha na preserva\u00e7\u00e3o do saber inconsciente, aquele que se depreende atrav\u00e9s de um trope\u00e7o, uma conting\u00eancia ou por efeito de uma elabora\u00e7\u00e3o. Constitui-se como resist\u00eancia, frente ao empuxo do universal do discurso da ci\u00eancia, pois segue com sua aposta na subjetividade.<\/p>\n<p>No entanto, talvez essa tenha sido minha primeira curiosidade na participa\u00e7\u00e3o dentro do CIEN: separar como o discurso da psican\u00e1lise pode operar no coletivo, na posi\u00e7\u00e3o de anfitri\u00e3o, e iluminar uma constru\u00e7\u00e3o de saber inter-disciplinar. No segundo momento formular uma quest\u00e3o. O exerc\u00edcio da conversa\u00e7\u00e3o, praticado no laborat\u00f3rio, pode elucidar o desejo do analista neste dispositivo e produzir efeito extenso \u00e0 sua experi\u00eancia cl\u00ednica?<\/p>\n<p>Em setembro de 2009, est\u00e1vamos em um servi\u00e7o de sa\u00fade mental infanto- juvenil reunidos para o trabalho de supervis\u00e3o cl\u00ednica. Diante da hist\u00f3ria de um garoto de 13 anos cujas marcas do desamparo foram destacadas ponto a ponto pelos membros desta equipe. Posso dizer que me encontrei diante da primeira constru\u00e7\u00e3o de um caso cl\u00ednico na pr\u00e1tica com crian\u00e7as e foi decisivo escutar a dire\u00e7\u00e3o na voz de uma psicanalista de Orienta\u00e7\u00e3o Lacaniana: &#8220;voc\u00eas, se desejarem, podem seguir na conversa\u00e7\u00e3o desses impasses atrav\u00e9s de um laborat\u00f3rio do CIEN.&#8221;<\/p>\n<p>Escutei como um convite ao trabalho e constatei que o CIEN se interessa pelos trope\u00e7os com o Real, presentes no trabalho dos praticantes nas Institui\u00e7\u00f5es e oferece durante a conversa\u00e7\u00e3o um espa\u00e7o de localiza\u00e7\u00e3o, de constru\u00e7\u00e3o e, portanto, de elabora\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m de uma experi\u00eancia.<\/p>\n<p>Por Campinas ser uma cidade com um trabalho expressivo na constru\u00e7\u00e3o da rede de sa\u00fade mental, pautado nos ide\u00e1rios da Reforma Psiqui\u00e1trica Brasileira, onde uma equipe pode se perceber convocava a dar uma resposta frente ao imposs\u00edvel de tratar e educar, essa tens\u00e3o aparece durante as conversa\u00e7\u00f5es. Foi decisivo permanecer de m\u00e3o dada com a crian\u00e7a na perspectiva indicada por Eric Laurent, &#8220;n\u00e3o h\u00e1 d\u00favida de que, com o apoio das crian\u00e7as, podemos seguir nossa orienta\u00e7\u00e3o no discurso&#8221;<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\"><sup>[4]<\/sup><\/a>.<\/p>\n<p>Verifico que o resultado consiste na mudan\u00e7a de posi\u00e7\u00e3o subjetiva de cada participante e n\u00e3o do lado das institui\u00e7\u00f5es, mesmo que \u00e0s vezes isso possa ser uma expectativa. Para trabalhar nas institui\u00e7\u00f5es com crian\u00e7as, de forma a comparecer como um Outro manso que acolhe a palavra, neste cen\u00e1rio nacional \u00e9 preciso f\u00f4lego e foi deste efeito que me servi neste tempo de pr\u00e1tica no laborat\u00f3rio. F\u00f4lego que me permite delimitar a queda de um trabalho pautado por um ideal presente nas Institui\u00e7\u00f5es, para ver avan\u00e7ar um interesse concentrado em como cada um se movimenta em dire\u00e7\u00e3o a uma causa.<\/p>\n<p>Houve um momento de sil\u00eancio, onde notou-se a diminui\u00e7\u00e3o no n\u00famero dos participantes. Nasceu, ent\u00e3o, a proposta da exibi\u00e7\u00e3o do filme \u201cA C\u00e9u Aberto\u201d, de Mariana Otero, seguido de uma conversa\u00e7\u00e3o na cidade, de modo a abrir o tema sobre o saber da crian\u00e7a.<\/p>\n<p>Apresentar o trabalho de uma Institui\u00e7\u00e3o na B\u00e9lgica que por princ\u00edpio se orienta pela palavra da crian\u00e7a e introduzir o tema tamb\u00e9m da transfer\u00eancia em uma conversa\u00e7\u00e3o do laborat\u00f3rio ampliada foi uma nova aposta, modo de relan\u00e7ar o trabalho para colhermos os efeitos.<\/p>\n<p>Um CIEN que de in\u00edcio bateu \u00e0 porta da Institui\u00e7\u00e3o para ofertar o encontro na conversa\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m um laborat\u00f3rio que abriu sua porta para avan\u00e7ar na compreens\u00e3o de seu funcionamento.<\/p>\n<p>Um discurso interdisciplinar que faz furo e constr\u00f3i um trabalho entre o momento que o CIEN se interessa pelo o que ocorre dentro das institui\u00e7\u00f5es, e um outro momento em que os participantes que empreendem um trabalho nas institui\u00e7\u00f5es com crian\u00e7as, se interessam pelo CIEN.<\/p>\n<p>Inicialmente o laborat\u00f3rio habitou Institui\u00e7\u00f5es de sa\u00fade p\u00fablica e sa\u00fade mental, depois foi para pra\u00e7as comunit\u00e1rias de forma itinerante, ano ap\u00f3s ano, e, por \u00faltimo, chegou nas institui\u00e7\u00f5es de acolhimento, abrigo ou casa lar. Nos \u00faltimos tr\u00eas anos, trabalhamos entre os encontros no laborat\u00f3rio e dele com a cidade por meio das quest\u00f5es: qual o efeito de dar a palavra \u00e0 crian\u00e7a? Depois da destitui\u00e7\u00e3o do poder familiar: a institui\u00e7\u00e3o \u00e9 fam\u00edlia ou n\u00e3o \u00e9? E por \u00faltimo: Da universaliza\u00e7\u00e3o ao singular &#8211; O que nos orienta no encontro com a crian\u00e7a?<\/p>\n<p>O que produziu esta disponibilidade de abrir o trabalho do laborat\u00f3rio na cidade? \u00c2nimo para prosseguir com a constru\u00e7\u00e3o deste passo a passo.<\/p>\n<p>Em tempos de tecnologia virtual e velocidade digital, o CIEN abre um intervalo e produz uma pausa na rotina cotidiana, para que novos convidados e os participantes do laborat\u00f3rio, possam enxergar um modo de existir da crian\u00e7a e do trabalhador na institui\u00e7\u00e3o, e se deixar afetar pela experi\u00eancia de cada um com a palavra e sob transfer\u00eancia. Assim, foi poss\u00edvel que as normas, os protocolos e as rotinas com seus comit\u00eas de \u00e9tica tirassem uma folga para que a experi\u00eancia com a subjetividade, que \u00e9 a nossa aposta, pudesse realizar um plant\u00e3o de forma singular.<\/p>\n<p>Em Campinas, a pr\u00e1tica no laborat\u00f3rio opera como um exerc\u00edcio que formaliza o compromisso com a pr\u00e1tica da psican\u00e1lise na cidade e um interesse pelo vivo dos assuntos na cidade. Para isso o ritmo de trabalho instaurou um automaton desde os encontros locais do laborat\u00f3rio uma vez ao m\u00eas at\u00e9 o momento que ao lado da coordena\u00e7\u00e3o do CIEN S\u00e3o Paulo, convidados da EBP\/AMP e com o apoio do CIEN Brasil, sustentamos juntos o encontro do laborat\u00f3rio \u201cO saber da Crian\u00e7a\u201d aberto para o p\u00fablico para que esse exerc\u00edcio nos permita avan\u00e7ar nessa inven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 na formaliza\u00e7\u00e3o dos encontros que o Campo Freudiano, encarnado na experi\u00eancia do Laborat\u00f3rio, abre espa\u00e7o para que o seu funcionamento possa ser afetado e questionado de modo a tocar o que \u00e9 caro na experi\u00eancia: o saber e o furo no saber inconsciente da forma\u00e7\u00e3o do analista.<\/p>\n<p>A conversa\u00e7\u00e3o permite criar uma intimidade na fronteira, ou fenda, entre o medo da crian\u00e7a e esse Outro barrado que deixa um resto e um imposs\u00edvel de dizer tamb\u00e9m na experi\u00eancia de cada um que inventa, no laborat\u00f3rio, algo de si no percurso.<\/p>\n<p>Como nos ensina Lacan em seu Ato de funda\u00e7\u00e3o: &#8220;A nos atermos ao mal-estar da psican\u00e1lise, a Escola pretende oferecer seu campo n\u00e3o ensina somente a um trabalho de cr\u00edtica, mas \u00e0 abertura do fundamento da experi\u00eancia, ao questionamento do estilo de vida em que se desemboca.&#8221;<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\"><sup>[5]<\/sup><\/a><\/p>\n<p>Portanto estar no CIEN \u00e9 praticar a experi\u00eancia simb\u00f3lica de estar com um \u201cOutro brincante\u201d do Campo Freudiano. Uma brincadeira s\u00e9ria inspirada no Fort\u00b4da<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\"><sup>[6]<\/sup><\/a>de Freud, que nos permite novas associa\u00e7\u00f5es, novos ensaios e novos enlaces onde a repeti\u00e7\u00e3o e a palavra interessam e produzem movimento no corpo do sujeito.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h6><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a> MILLER, Jacques-Alain, &#8220;A crian\u00e7a e o saber&#8221; In: <em>CIEN digital &#8211; H\u00edfen<\/em>, janeiro de 2012.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\"><sup>[2]<\/sup><\/a> LACAN, Jacques,. <em>O Semin\u00e1rio, livro 20: Mais, ainda<\/em>. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1982, p. 15.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\"><sup>[3]<\/sup><\/a> LAURENT, \u00c9ric. &#8220;Cidades anal\u00edticas&#8221;. In: <em>A sociedade do Sintoma<\/em>. Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2007, p.91.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\"><sup>[4]<\/sup><\/a> LAURENT, \u00c9ric. &#8220;Loucuras, sintomas e fantasias na vida cotidiana&#8221;. Belo Horizonte, <em>Scriptum<\/em>, 2011, p\u00e1g 43.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\"><sup>[5]<\/sup><\/a> LACAN, Jacques. &#8220;Ato de funda\u00e7\u00e3o&#8221; In <em>Outros Escritos<\/em>,. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003, pag. 244.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\"><sup>[6]<\/sup><\/a> FREUD, Sigmund. &#8220;Al\u00e9m do princ\u00edpio do prazer (1920)&#8221; In <em>Edi\u00e7\u00e3o Standard Brasileira das Obras Psicol\u00f3gicas Completas de Freud, XVIII<\/em>. Rio de Janeiro: Imago, 1996<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Emelice Prado Bagnola Laborat\u00f3rio: O saber da crian\u00e7a[1], Campinas-SP. &nbsp; Para ler o efeito da experi\u00eancia de tratar o encontro com o Real, por meio da participa\u00e7\u00e3o nas conversa\u00e7\u00f5es do laborat\u00f3rio, preciso recuperar, de entrada, quando o significante CIEN surge pelo caminho. 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