{"id":5658873,"date":"2018-11-20T07:03:39","date_gmt":"2018-11-20T09:03:39","guid":{"rendered":"http:\/\/ciendigital.com.br\/?p=5658873"},"modified":"2018-11-28T17:58:25","modified_gmt":"2018-11-28T19:58:25","slug":"maes-em-crise1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/2018\/11\/20\/maes-em-crise1\/","title":{"rendered":"M\u00e3es em Crise[1]"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5658873?print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5658873?print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><figure id=\"attachment_5658874\" aria-describedby=\"caption-attachment-5658874\" style=\"width: 268px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-5658874 size-medium\" src=\"http:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/014-268x300.jpg\" alt=\"\" width=\"268\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/014-268x300.jpg 268w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/014-274x307.jpg 274w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/014.jpg 635w\" sizes=\"auto, (max-width: 268px) 100vw, 268px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5658874\" class=\"wp-caption-text\">Livro de S\u00f4nia Gomes na exposi\u00e7\u00e3o &#8216;A Tara por Livros&#8217;, da Galeria Bergamin<\/figcaption><\/figure>\n<h6>Juliana Motta, Cristina Marcos. Participantes: Clara Ratton, Beatriz Bissoli, Lucas Anselmo Lopes, Laila Sampaio, Marconi Martins da Costa Guedes, Renata Mendon\u00e7a, Rhayane Medeiros.<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Laborat\u00f3rio \u201cM\u00e3es em Crise\u201d acontece no Instituto Raul Soares &#8211; FHEMIG, um hospital manicomial p\u00fablico. A equipe do IRS, ao longo destes anos, sustenta um trabalho a partir do caso a caso, a favor da luta antimanicomial, reescrevendo sua hist\u00f3ria a cada vez, de acordo com os impasses que v\u00e3o surgindo. Colocando no centro do trabalho institucional o ato da palavra, mais precisamente, o ato que cria a palavra. Segundo Vigan\u00f3 (1999), a proposta \u00e9 repensar o lugar da palavra a partir de um diagn\u00f3stico de um discurso trans-cl\u00ednico que diz respeito \u00e0 posi\u00e7\u00e3o subjetiva diante da castra\u00e7\u00e3o e centrada sobre a letra do gozo.<\/p>\n<p>Essa \u00e9 a posi\u00e7\u00e3o adotada pelo IRS, que atrav\u00e9s dos v\u00e1rios espa\u00e7os de linguagem como sess\u00f5es cl\u00ednicas, assembleias de pacientes e t\u00e9cnicos, apresenta\u00e7\u00e3o de pacientes e outros, disparam modifica\u00e7\u00f5es nas condi\u00e7\u00f5es da massa institucional, operando mudan\u00e7as dos discursos, operando a passagem da l\u00f3gica da segrega\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00edda do um a um, restaurando o Outro da palavra e mudando o institu\u00eddo.<\/p>\n<p>Citando Zenoni (2000):<\/p>\n<blockquote><p>\u2026 \u00e9 a psicose que nos ensina sobre a estrutura e que nos ensina sobre as solu\u00e7\u00f5es que ela mesma encontra para fazer face a uma falta central do pr\u00f3prio simb\u00f3lico. \u00c9 na escola da psicose que nos colocamos para aprender como praticar (ZENONI, 2000, p, 19).<\/p><\/blockquote>\n<p>Os Laborat\u00f3rios do CIEN<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\"><sup>[2]<\/sup><\/a> nascem, como sabemos, de um impasse, de uma quest\u00e3o que possa ligar seus participantes pela falta, criando um desejo de trabalho. Tem como orienta\u00e7\u00e3o a \u201coferta da palavra\u201d um lugar em que a palavra possa circular e, que cada um com sua experi\u00eancia possa trazer para o trabalho uma miudeza, uma preciosidade que possa orientar seus participantes a cada vez, criando solu\u00e7\u00f5es ou sa\u00eddas para as quest\u00f5es e impasses que surgem no trabalho com crian\u00e7as, adolescentes ou aqueles que est\u00e3o ao seu redor.<\/p>\n<p>\u201cM\u00e3es em crise\u201d nasce com a pergunta: \u201cDe onde operar o encontro das m\u00e3es com seus filhos, crian\u00e7as e adolescentes, durante a visita hospitalar?\u201d Essa pergunta se constitui a partir dos casos cl\u00ednicos, de uma institui\u00e7\u00e3o que possui 29 leitos femininos.<\/p>\n<p>Decidimos, ent\u00e3o, que as conversa\u00e7\u00f5es seriam entre os t\u00e9cnicos, pois verificamos, nos fragmentos relatados abaixo, que havia um mal estar nas equipes diante dos encontros das m\u00e3es com seus filhos e com as gestantes em crise.<\/p>\n<p>Inauguramos esse Laborat\u00f3rio com uma conversa\u00e7\u00e3o aberta, a palavra foi ofertada para v\u00e1rios profissionais da rede p\u00fablica de Belo Horizonte, enfermeiros, assistentes sociais, psic\u00f3logos, psiquiatras e outros, que se interessavam pelo tema, inaugurando, tamb\u00e9m, o CIEN-Minas In loco<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\"><sup>[3]<\/sup><\/a>.<\/p>\n<p><strong>A conversa\u00e7\u00e3o<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\"><sup>[4]<\/sup><\/a><\/strong><\/p>\n<p>Um ponto que surgiu neste encontro p\u00f4de orientar os profissionais, possibilitando a estes lidarem com as m\u00e3es e gestantes de um novo modo, \u00e9 o esvaziamento do ideal da maternidade para escutar o caso a caso e, assim, encontrar uma medida poss\u00edvel. Uma das participantes relata que a fam\u00edlia exige de uma das pacientes que ela cuide de seu beb\u00ea, mas verificamos que ela foge e busca a ajuda da equipe por ouvir que precisa matar seu beb\u00ea. \u00c9 somente fora do ideal materno que essa m\u00e3e p\u00f4de proteger seu filho, \u00e9 deixando de cuidar dele que ela pode mant\u00ea-lo vivo.<\/p>\n<p>Outro ponto: \u00e9 necess\u00e1ria uma rela\u00e7\u00e3o mais pr\u00f3xima com a rede p\u00fablica, uma conversa entre os v\u00e1rios, pois, sabemos o quanto uma gravidez pode agravar a crise de uma mulher. Essa conclus\u00e3o se fez a partir do caso Hera. Ela \u00e9 recebida no Instituto Raul Soares em sua segunda gesta\u00e7\u00e3o. O seu horror aos movimentos do beb\u00ea em sua barriga leva essa mo\u00e7a de 21 anos a passagens ao ato graves para ela e para o beb\u00ea, atos que s\u00e3o insuport\u00e1veis para a equipe e que s\u00f3 foram apaziguados quando uma maternidade concordou em fazer o parto antes do tempo previsto para o nascimento da crian\u00e7a. Assim, conclu\u00edmos que um trabalho se faz presente, pois \u00e9 preciso esvaziar o ideal da maternidade em todo o \u00e2mbito da rede p\u00fablica.<\/p>\n<p>\u201cDe onde operar o encontro das m\u00e3es com seus filhos, crian\u00e7as e adolescentes, durante a visita hospitalar?\u201d<\/p>\n<p>Essa quest\u00e3o surge quando uma crian\u00e7a de 3 anos vai visitar sua m\u00e3e, na visita ela reconhece a m\u00e3e, mas a mesma fica transtornada, em um choro compulsivo. A crian\u00e7a deixa de reconhec\u00ea-la e corre para o pai novamente e fica perplexa, em \u201cp\u00e2nico\u201d, como relatou a psic\u00f3loga que acompanhava o caso e a visita. Uma das respons\u00e1veis interv\u00e9m na cena, pega o rosto da interna e diz: \u201cvoc\u00ea \u00e9 m\u00e3e, n\u00e3o deixe seu filho te ver assim\u201d e ela se acalma imediatamente. Tanto a frase, quanto pegar no rosto da interna, uma conten\u00e7\u00e3o no corpo, como nos diz outro participante da conversa\u00e7\u00e3o, fazem uma borda naquilo que transbordou no encontro desta m\u00e3e com seu filho, assim, a visita pode transcorrer ap\u00f3s essa crise da m\u00e3e. E, esse fato, propicia a pergunta do Laborat\u00f3rio, pois causa ang\u00fastia na equipe do IRS e o impasse se instaura.<\/p>\n<p>Na conversa\u00e7\u00e3o nos perguntamos: As crian\u00e7as podem visitar suas m\u00e3es na institui\u00e7\u00e3o? Qual idade, momento que isso \u00e9 poss\u00edvel? A crian\u00e7a deve ser consultada?<\/p>\n<p>Podemos dizer que as perguntas podem nortear uma resposta e que essa resposta s\u00f3 pode existir no um a um dos casos, mas como vimos na conversa\u00e7\u00e3o, alguns pontos podem ser orientadores. Como: escutar qual a fun\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a para a m\u00e3e. Pois, um segundo fragmento surge neste encontro e nos mostra uma m\u00e3e que \u00e9 orientada pela maternidade, ela cuida de sua crian\u00e7a de sete anos, mostrando-nos que ela tem uma fun\u00e7\u00e3o para essa m\u00e3e, assim, a m\u00e3e p\u00f4de receb\u00ea-la sem maiores transtornos para a equipe.<\/p>\n<p>Quando separar a crian\u00e7a da m\u00e3e?<\/p>\n<p>Uma das participantes da conversa\u00e7\u00e3o traz um caso do IRS em que, ap\u00f3s o nascimento do beb\u00ea, j\u00e1 em casa, essa m\u00e3e entra em crise, n\u00e3o por causa do filho, mas por medo do irm\u00e3o que poderia fazer algum mal para o seu beb\u00ea, ao ser internada ela s\u00f3 se organiza, se acalma na visita do beb\u00ea; assim, foi organizado um quarto para a m\u00e3e e para ele no hospital. Durante uma semana a equipe cuidou desta m\u00e3e e deste beb\u00ea tendo um efeito fundamental sobre o caso. Podemos afirmar que o importante para uma crian\u00e7a \u00e9 o investimento do Outro sobre ela, um investimento no plano do desejo, um desejo que n\u00e3o seja an\u00f4nimo. Feito, neste caso, claramente por essa m\u00e3e.<\/p>\n<p>O surgimento deste caso na conversa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m nos orienta, pois, a quest\u00e3o n\u00e3o \u00e9 a falta f\u00edsica da m\u00e3e, mas qual Outro est\u00e1 fazendo um investimento no plano do desejo sobre a crian\u00e7a e quando a falta deste Outro pode ser realmente radical. Quem est\u00e1 fazendo esta fun\u00e7\u00e3o neste momento pode ser a m\u00e3e ou um Outro.<\/p>\n<p>Essa conversa\u00e7\u00e3o e os fragmentos mencionados pelos participantes, demonstrando-nos a experi\u00eancia de cada um, colocaram esse Laborat\u00f3rio ainda mais a trabalho, pois o que norteia o CIEN \u00e9 o inter-disciplinar, esse h\u00edfen que aponta para a falta do saber <em>a priori<\/em>, assim, conclu\u00edmos que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel estabelecer regras, mas, nos perguntarmos sempre por uma medida no caso a caso.<\/p>\n<p>Outra quest\u00e3o se apresentou \u201cuma crian\u00e7a pode ver a m\u00e3e em crise\u201d e uma participante respondeu \u201ca m\u00e3e j\u00e1 est\u00e1 em crise em casa por isso ela vem pra c\u00e1, a crian\u00e7a j\u00e1 v\u00ea a m\u00e3e em crise\u201d, outra afirma \u201cmas, aqui \u00e9 diferente&#8230; n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 a m\u00e3e que est\u00e1 em crise, \u00e9 um outro local, pessoas em crise, n\u00e3o \u00e9 o ambiente da crian\u00e7a\u201d, \u201cent\u00e3o, as visitas devem ser em local adequado, fora das alas\u201d, \u201cisso j\u00e1 acontece\u201d. Localizamos que uma visita deve ser guiada, n\u00e3o s\u00f3 para a m\u00e3e, mas, para a crian\u00e7a, pois, nos v\u00e1rios fragmentos relatados pela equipe, o local era fora das alas, mas, a preocupa\u00e7\u00e3o passava mais pela paciente e n\u00e3o pela crian\u00e7a, como foi o caso de uma den\u00fancia de que a \u201ccrian\u00e7a levaria drogas pra m\u00e3e\u201d<\/p>\n<p>Nesse Laborat\u00f3rio, a oferta da palavra se dirige para os t\u00e9cnicos, os trabalhadores que s\u00e3o causados n\u00e3o somente pela estrutura psic\u00f3tica, mas pela maternidade e pelo encontro destas mulheres tanto com a gravidez quanto com seus filhos, pois eles est\u00e3o marcados por uma transfer\u00eancia de trabalho dentro de uma institui\u00e7\u00e3o onde o <em>savoir-faire <\/em>das categorias profissionais insistem em ofertar solu\u00e7\u00f5es protocolares sem que o tra\u00e7o do sujeito possa dar rumo \u00e0s interven\u00e7\u00f5es. Al\u00e9m de ser uma institui\u00e7\u00e3o que tem o seu saber constru\u00eddo sobre uma sa\u00fade mental que n\u00e3o pressup\u00f5e e nem est\u00e1 \u00e0s voltas de um outro lugar, que \u00e9 a maternidade e a gravidez.<\/p>\n<p>Os t\u00e9cnicos na conversa\u00e7\u00e3o precisaram se perguntar sobre o lugar da maternidade e gravidez e rever o ideal que envolve esse acontecimento. \u201cPrecisamos esvaziar o ideal de maternidade\u201d disse um dos participantes, pois, apesar de todas as passagens ao ato que ocorrem nesta institui\u00e7\u00e3o, \u201clidar com uma gravidez e as passagens ao ato desta m\u00e3e foi muito dif\u00edcil para a equipe\u201d. Nesta subvers\u00e3o institucional, nesta opera\u00e7\u00e3o que causa uma descontinuidade no discurso burocr\u00e1tico das regras, normas e protocolos do servi\u00e7o, algo novo surge a partir da palavra do paciente e, agora nas conversa\u00e7\u00f5es, a partir da palavra dos trabalhadores do hospital causando um giro nos discursos que constituem a opera\u00e7\u00e3o l\u00f3gica do trabalho cotidiano.<\/p>\n<p>Assim, uma das participantes deste encontro, ao concluir o que seria a conversa\u00e7\u00e3o deste Laborat\u00f3rio, afirma que a conversa\u00e7\u00e3o pode abarcar v\u00e1rias equipes e profissionais e trazer as miudezas, as \u201cpreciosidades na circula\u00e7\u00e3o da palavra, escutar aqueles que trabalham no dia-a-dia\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h6>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/h6>\n<h6>KAUFMANNER, Henry. &#8220;Um relato imperdo\u00e1vel&#8221;. In: Revista de Psican\u00e1lise, (14), S\u00e3o Paulo: Clin-a, p.113-117, 2015.<\/h6>\n<h6>VIGAN\u00d3, Carlo. &#8220;A constru\u00e7\u00e3o do caso cl\u00ednico em sa\u00fade mental&#8221;. Revista Curinga, (13), Belo Horizonte: EBP-MG, p.50-59, 1999.<\/h6>\n<h6>ZENONI, Alfredo. &#8220;Qual a institui\u00e7\u00e3o para o sujeito psic\u00f3tico&#8221;. In: Revista Abrecampos-Instituto Raul Soares \u2013 FHEMIG, vol. 1, Belo Horizonte, 2000.<\/h6>\n<hr \/>\n<h6><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a> Conversa\u00e7\u00e3o do Laborat\u00f3rio \u201cM\u00e3es em Crise\u201d respons\u00e1veis: Juliana Motta, Cristina Marcos. Participantes: Clara Ratton, Beatriz Bissoli, Lucas Anselmo Lopes, Laila Sampaio, Marconi Martins da Costa Guedes, Renata Mendon\u00e7a, Rhayane Medeiros.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\"><sup>[2]<\/sup><\/a> Centro Interdisciplinar de Estudos sobre a Crian\u00e7a.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\"><sup>[3]<\/sup><\/a> Atividade do CIEN-Minas, uma conversa\u00e7\u00e3o aberta na institui\u00e7\u00e3o que o Laborat\u00f3rio se re\u00fane.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\"><sup>[4]<\/sup><\/a> Conversa\u00e7\u00e3o feita no IRS em 23\/05\/2018. Respons\u00e1vel: Juliana Motta. Apresenta\u00e7\u00e3o: Rhayane Medeiros, Animadora da conversa\u00e7\u00e3o: Ana Lydia Santiago. Respons\u00e1vel pelo CIEN-Minas: Aline Mendes.<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Juliana Motta, Cristina Marcos. 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