{"id":5659062,"date":"2018-11-28T20:23:38","date_gmt":"2018-11-28T22:23:38","guid":{"rendered":"http:\/\/ciendigital.com.br\/?p=5659062"},"modified":"2018-11-28T20:23:38","modified_gmt":"2018-11-28T22:23:38","slug":"he-case-against-adolescence-de-epstein","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/2018\/11\/28\/he-case-against-adolescence-de-epstein\/","title":{"rendered":"he Case against adolescence de Epstein"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5659062?print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5659062?print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><div class=\"alert-danger\">\n<figure id=\"attachment_5659063\" aria-describedby=\"caption-attachment-5659063\" style=\"width: 274px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-5659063\" src=\"http:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/sminorva280-274x300.jpg\" alt=\"\" width=\"274\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/sminorva280-274x300.jpg 274w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/sminorva280.jpg 280w\" sizes=\"auto, (max-width: 274px) 100vw, 274px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5659063\" class=\"wp-caption-text\">Lisa Sminorva, bordado, 2015<\/figcaption><\/figure>\n<h6>Alexandre Stevens<a style=\"font-size: 16px;\" href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a><\/h6>\n<\/div>\n<p><em>ADOMANIA, ADOBASHING, WHAT ELSE ?<\/em><\/p>\n<p><em>Depois de terem desconfiado dos adolescentes, eis que hoje os adultos os invejam. O movimento americano nomeado \u00ab Mortified \u00bb incita os adultos que sofrem de reconcilia\u00e7\u00e3o consigo mesmos, a lerem em p\u00fablico passagens embara\u00e7osas de seus di\u00e1rios \u00edntimos de adolescente a fim de \u00ab expurgar o teen deles [\u2026] e at\u00e9 mesmo reivindic\u00e1-lo\u00bb<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>. Mas ser\u00e1 que por causa disso o opr\u00f3bio desapareceu? Robert Epstein, descoberto para n\u00f3s por Jacques-Alain Miller, prop\u00f5e sobre esse ponto uma tese decidida que n\u00e3o \u00e9 sem consequ\u00eancias pol\u00edticas. Alexandre Stevens retifica.<\/em><\/p>\n<p>Na terceira jornada do Institut de l\u2019Enfant<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a>, Jacques-Alain Miller apresentou o adolescente como uma constru\u00e7\u00e3o a partir de perspectivas que n\u00e3o se recobrem \u2013 cronol\u00f3gica, biol\u00f3gica, comportamental, cognitiva, sociol\u00f3gica ou, mais ainda, art\u00edstica. Uma constru\u00e7\u00e3o sempre pode ser desfeita e ele observa o dinamismo com que Robert Epstein desconstr\u00f3i o conceito mesmo de adolesc\u00eancia. \u00c9 o que expressa precisamente o subt\u00edtulo da obra: \u00ab Rediscovering the Adult in Every Teen \u00bb<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a>.<\/p>\n<p>Epstein afirma sua tese desde o primeiro cap\u00edtulo \u00ab O Caos e a Causa \u00bb. S\u00f3 depois do fim dos anos 1800 \u00e9 que esse tempo da vida foi isolado do mundo dos adultos com o objetivo de tratar a suposta dificuldade da adolesc\u00eancia e a desordem desses jovens. Ora, ele sustenta, \u00e9 o contr\u00e1rio que se produz: essa discrep\u00e2ncia, longe de tratar os problemas dos adolescentes, os produz. A \u00ab crise \u00bb da adolesc\u00eancia, que podemos observar, \u00e9 a consequ\u00eancia imprevista dessa prolonga\u00e7\u00e3o da inf\u00e2ncia. Nunca, com efeito, no curso da hist\u00f3ria, houve tantas leis ou regulamentos que restringissem as escolhas dos teenagers \u2013 segundo o termo ingl\u00eas que ele prefere visivelmente ao de adolescente. \u00c9 que, efetivamente, ele critica nossa sociedade ocidental, sobretudo a americana, por considerar os adolescentes a partir apenas da cronologia, da idade.<\/p>\n<p>Essas restri\u00e7\u00f5es que tocam os\u00a0<em>teens<\/em>\u00a0trazem \u00e0s vezes paradoxos insensatos, tais como o seguinte: em alguns estados americanos, alguns pol\u00edticos querem proibir o ato de fumar aos menores de 21 anos sob o pretexto de que antes dessa idade n\u00e3o se tem um ju\u00edzo suficientemente claro sobre as condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade. Mas ao mesmo tempo, dezenas de milhares de jovens americanos de 18 anos s\u00e3o enviados \u00e0 guerra no Iraque sem que se pense que o ju\u00edzo deles seria insuficiente para medir que isso poderia lhes ser nefasto.<\/p>\n<figure id=\"attachment_5659064\" aria-describedby=\"caption-attachment-5659064\" style=\"width: 261px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-5659064\" src=\"http:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/horna280-261x300.jpg\" alt=\"\" width=\"261\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/horna280-261x300.jpg 261w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/horna280-274x315.jpg 274w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/horna280.jpg 280w\" sizes=\"auto, (max-width: 261px) 100vw, 261px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5659064\" class=\"wp-caption-text\">Kati Horna, Invierno en el patio [Winter in the Courtyard], 1939<\/figcaption><\/figure>Epstein denuncia as incoer\u00eancias do sistema. Nesse sentido, ele inverte algumas evid\u00eancias do discurso corrente. Todos os adolescentes seriam capazes de tomar responsabilidades sozinhos? N\u00e3o, com certeza. Mas todos os adultos tamb\u00e9m n\u00e3o e alguns jovens conseguem isso perfeitamente. Ele vai mais longe: \u00e9 porque se pensa que eles s\u00e3o incapazes de ser respons\u00e1veis que eles frequentemente n\u00e3o tomam decis\u00f5es que poderiam estar aptos a tomar. Enfim, infantiliza-se excessivamente os\u00a0<em>teens<\/em>. Ele prop\u00f5e, ali\u00e1s, um teste de infantiliza\u00e7\u00e3o para que cada um possa medi-la. Pensar os adolescentes como menos capazes que os adultos lembra, segundo ele, que h\u00e1 pouco tempo, numerosos americanos pensavam os negros como inferiores aos brancos e as mulheres como mais fracas que os homens.<\/p>\n<p>Ele examina em detalhe a s\u00e9rie de \u00ab dist\u00farbios \u00bb dos adolescentes e os limites que lhes s\u00e3o impostos. O amor e a sexualidade seriam assumidos de modo mais sensato pelos adultos? Por que pensar que uma jovem de 13 anos seria inapta a decidir livremente ter rela\u00e7\u00f5es sexuais com um rapaz de 25, se ela sustenta isso? R. Epstein vai longe em sua perspectiva e sabe disso, pois toma a precau\u00e7\u00e3o de dizer que ele n\u00e3o pode simplesmente responder a essa quest\u00e3o dentro do que \u00e9 a sociedade americana hoje. Ele responde, no entanto, que mesmo se se lhe recusa o direito, uma jovem de 13 anos \u00e9 bastante capaz de fazer suas escolhas nesse plano. Da mesma forma para o casamento. Ele acredita nos sentimentos rec\u00edprocos, quer dizer, ele acredita na rela\u00e7\u00e3o sexual.<\/p>\n<p>E depois, por que os\u00a0<em>teens<\/em>\u00a0n\u00e3o poderiam decidir fumar, beber, dirigir, se eles demonstraram que podem faz\u00ea-lo? Dir\u00e3o que eles n\u00e3o s\u00e3o ainda suficientemente sensatos? Mas quantos adultos n\u00e3o dirigem depois de ter bebido? Acontece a mesma coisa em rela\u00e7\u00e3o ao ex\u00e9rcito e ao risco corrido se engajando nele. Ali\u00e1s, a hist\u00f3ria da Fran\u00e7a n\u00e3o seria o que ela \u00e9 se Joana d\u2019Arc n\u00e3o tivesse podido usar armas.<\/p>\n<p>Nenhuma raz\u00e3o de biologia cerebral, nem de medida cognitiva (teste de QI) permite pensar que os adolescentes seriam insuficientemente desenvolvidos. E as leis religiosas est\u00e3o no mesmo sentido: Maria teve Jesus na idade de 13 anos, Jesus ensinava no templo aos 12 e para os judeus o Bar Mitzvah acontece pouco depois da puberdade. Ali\u00e1s, se os\u00a0<em>teens<\/em>\u00a0dos USA s\u00e3o os mais atormentados do mundo, nada disso existia nos abor\u00edgenes australianos onde a passagem da inf\u00e2ncia ao estado adulto se fazia por um simples rito que ocorria pouco depois da puberdade.<\/p>\n<figure id=\"attachment_5659065\" aria-describedby=\"caption-attachment-5659065\" style=\"width: 237px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-5659065\" src=\"http:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/cru280-237x300.jpg\" alt=\"\" width=\"237\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/cru280-237x300.jpg 237w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/cru280-274x347.jpg 274w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/cru280.jpg 280w\" sizes=\"auto, (max-width: 237px) 100vw, 237px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5659065\" class=\"wp-caption-text\">Etam Cru, Moonshine, 2013<\/figcaption><\/figure>\n<p>Para R. Epstein, todos os dist\u00farbios dos adolescentes t\u00eam a ver com a infantiliza\u00e7\u00e3o deles. A prova disso lhe \u00e9 dada duas vezes por Freud: primeiro Sigmund n\u00e3o considerou verdadeiramente o conceito de adolesc\u00eancia, mas insistiu apenas sobre a vida adulta e infantil; em seguida, Anna, que recebeu de seu pai uma instru\u00e7\u00e3o muito estrita durante sua adolesc\u00eancia, descreve os dist\u00farbios dos\u00a0<em>teens<\/em>\u00a0e os seus pr\u00f3prios! Eis a prova: Freud n\u00e3o acredita na adolesc\u00eancia, mas produziu os dist\u00farbios dela em sua filha, infantilizando-a.<\/p>\n<p>Essa desconstru\u00e7\u00e3o da adolesc\u00eancia, que R. Epstein opera dessa maneira, atrai uma certa simpatia. E pode-se mesmo encontrar nela certas posi\u00e7\u00f5es pr\u00f3ximas das nossas nas cinco ideias de base que ele prop\u00f5e: cada um \u00e9 \u00fanico; as compet\u00eancias individuais valem mais do que os\u00a0<em>a priori<\/em>\u00a0que se possa ter; cada um tem um potencial irrealizado; as etiquetas diagn\u00f3sticas do tipo DSM s\u00e3o perigosas.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, quando ele descreve o desenvolvimento e os dramas da adolesc\u00eancia como n\u00e3o sendo determinados apenas pela transforma\u00e7\u00e3o hormonal, n\u00f3s n\u00e3o podemos sen\u00e3o estar de acordo com ele. Entretanto, n\u00e3o pela mesma raz\u00e3o! Ele denuncia a infantiliza\u00e7\u00e3o dos adolescentes que ele coloca na origem dos fen\u00f4menos da adolesc\u00eancia, enquanto, com Lacan, n\u00f3s consideramos a adolesc\u00eancia como um sintoma da puberdade, j\u00e1 que tudo isso n\u00e3o se produziria \u00ab sem o despertar de seus sonhos \u00bb<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a>.<\/p>\n<p>Em R. Epstein, n\u00e3o h\u00e1 nenhum real encontrado pelo sujeito. A puberdade \u00e9 a\u00ed principalmente um momento simb\u00f3lico particular. Para o resto, tudo \u00e9 calcul\u00e1vel por testes, que ele, ali\u00e1s, nos prop\u00f5e, teste de infantiliza\u00e7\u00e3o e, sobretudo, testes de compet\u00eancias. N\u00e3o se trata certamente de dar todas as liberdades aos adolescentes. Pelo contr\u00e1rio, trata-se de avaliar as compet\u00eancias de cada um dentre eles. Tal como ele diz muito simplesmente: \u00ab agora n\u00f3s devemos tomar um novo ponto de vista sobre os\u00a0<em>teens<\/em>\u00a0avaliando-os sobre a base de suas compet\u00eancias individuais \u00bb<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a>. O teste de compet\u00eancias se tornaria assim o novo rito de passagem em nossas sociedades ocidentais?<\/p>\n<p>Com certeza a sociedade vai resistir em segui-lo nessa via, diz ele, especialmente por raz\u00f5es econ\u00f4micas porque a inven\u00e7\u00e3o do termo \u00ab adolescente \u00bb deu lugar ao desenvolvimento de todo um mercado voltado para ele.<\/p>\n<p>Mas, enfim, n\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil captar que se tantos adultos s\u00e3o finalmente t\u00e3o infantis e t\u00e3o pouco respons\u00e1veis quanto alguns\u00a0<em>teens<\/em>, seria melhor avaliar todo mundo. O projeto simp\u00e1tico de um pouco de liberdade calculada para os jovens poderia bem se transformar numa obscena avalia\u00e7\u00e3o generalizada.<\/p>\n<div class=\"sidebox\">\n<p><em>Cien Digital<\/em>\u00a0agradece a pronta e am\u00e1vel autoriza\u00e7\u00e3o do autor para a publica\u00e7\u00e3o deste artigo.<\/p>\n<\/div>\n<h6>Tradu\u00e7\u00e3o: Cristina Drummond<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h6>Notas:<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a>\u00a0<em>ELLE<\/em>\u00a0de 22 de maio de 2015.<br \/>\n<a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a>\u00a0In: Hebdo-blog n. 46, 24 de junho de 2015.<br \/>\n<a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a>\u00a021 de mar\u00e7o de 2015.<br \/>\n<a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a>\u00a0Epstein R.,\u00a0<em>The Case Against Adolescence: Rediscovering the Adult in Every Teen<\/em>, Quill Driver Books, 2007.<br \/>\n<a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a>\u00a0Lacan J., \u00ab Pref\u00e1cio a\u00a0<em>O despertar da primavera\u00a0<\/em>\u00bb,\u00a0<em>Outros Escritos,\u00a0<\/em>RJ:\u00a0Jorge Zahar, 2003, p. 557.<br \/>\n<a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a>\u00a0\u00ab now we need to take a fresh look at teens, evaluating them based on their individual abilities \u00bb.<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Alexandre Stevens[1] ADOMANIA, ADOBASHING, WHAT ELSE ? Depois de terem desconfiado dos adolescentes, eis que hoje os adultos os invejam. O movimento americano nomeado \u00ab Mortified \u00bb incita os adultos que sofrem de reconcilia\u00e7\u00e3o consigo mesmos, a lerem em p\u00fablico passagens embara\u00e7osas de seus di\u00e1rios \u00edntimos de adolescente a fim de \u00ab expurgar o teen&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":5659063,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[132,23],"tags":[120],"post_series":[],"class_list":["post-5659062","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cien-digital-19","category-contribuicoes","tag-cien_digital_19","entry","has-media"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5659062","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5659062"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5659062\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5659063"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5659062"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5659062"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5659062"},{"taxonomy":"post_series","embeddable":true,"href":"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/post_series?post=5659062"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}