{"id":5659155,"date":"2018-11-29T15:59:34","date_gmt":"2018-11-29T17:59:34","guid":{"rendered":"http:\/\/ciendigital.com.br\/?p=5659155"},"modified":"2018-11-29T15:59:34","modified_gmt":"2018-11-29T17:59:34","slug":"editorial-agosto-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/2018\/11\/29\/editorial-agosto-2015\/","title":{"rendered":"Editorial &#8211; Agosto 2015"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5659155?print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5659155?print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><div class=\"alert-danger\">\n<figure id=\"attachment_5659156\" aria-describedby=\"caption-attachment-5659156\" style=\"width: 280px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5659156\" src=\"http:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/levitt280.jpg\" alt=\"\" width=\"280\" height=\"239\" srcset=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/levitt280.jpg 280w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/levitt280-274x234.jpg 274w\" sizes=\"auto, (max-width: 280px) 100vw, 280px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5659156\" class=\"wp-caption-text\">Helen Levitt, &#8220;New York c. 1943&#8221;<\/figcaption><\/figure>\n<h6>Maria Rita Guimar\u00e3es<\/h6>\n<\/div>\n<p>Caro leitor e amigo do Cien Digital,<\/p>\n<p>Extra! Extra! Assim os antigos \u2013 parece que \u00e9 uma esp\u00e9cie em extin\u00e7\u00e3o \u2013 vendedores de jornais \u2013 impressos, claro!, apenas eles existiam \u2013 anunciavam uma edi\u00e7\u00e3o extraordin\u00e1ria, fosse pela tiragem avulsa, fosse por uma mat\u00e9ria capaz de provocar efeitos de leitura (e, claro! de leitores) e, \u00e0s vezes, essa \u00faltima era a raz\u00e3o da primeira, ou seja, de que houvesse uma nova tiragem.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O n\u00famero 18 do\u00a0<em>Cien Digital<\/em>\u00a0gostaria de relembrar o grito Extra!, por se tratar de uma edi\u00e7\u00e3o que queremos que lhe surpreenda pela agilidade dos textos curtos, pelo frescor de muitas formula\u00e7\u00f5es que encontramos em seus textos e, por que n\u00e3o dizer? &#8211; pela not\u00edcia em primeira m\u00e3o \u2013 (\u00a0linguagem daquela \u00e9poca: hoje como dar not\u00edcias em primeira m\u00e3o, em tempos de tempo real?\u00a0) Em tempo real soubemos que, por ocasi\u00e3o do PIPOL 7, em Bruxelas, Claudine Valette-Damase, Presidente do CIEN Francofono convidou a todos: um encontro irrecus\u00e1vel na Livraria do evento para lan\u00e7amento da brochura<em>\u00a0\u201cDes enfants parlent! Et ils ont de quoi dire\u2019,\u00a0<\/em>edi\u00e7\u00e3o em franc\u00eas do livro<em>\u00a0\u201cCrian\u00e7as falam! E t\u00eam o que dizer<\/em>\u201d publicado pelo\u00a0Cien-Brasil.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 uma not\u00edcia que toca a comunidade de trabalho do Cien no Brasil? Leiam a nota completa, escrita por Ana Lydia e Fernanda Otoni, organizadores do livro\u00a0<em>\u201cCrian\u00e7as falam! E t\u00eam o que dizer\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Mas este n\u00famero do\u00a0<em>Cien Digital<\/em>\u00a0tamb\u00e9m insiste em convocar cada um de seus leitores ao debate s\u00e9rio, vigoroso e atual\u00edssimo que o Cien prop\u00f4s para sua VII Jornada Internacional que acontecer\u00e1 em 3 de setembro, em S\u00e3o Paulo.\u00a0<em>Crian\u00e7as saturadas<\/em>\u00a0\u00e9 o an\u00fancio emblem\u00e1tico dos sintomas contempor\u00e2neos que se manifestam na vida cotidiana de todos n\u00f3s, em grande parte sob o manto de graciosa inoc\u00eancia ou da tirania da felicidade<a title=\"\" href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><sup>1<\/sup><\/a>. Ou, por que n\u00e3o dizer?, sob o manto da biopol\u00edtica, tal como foi proposto por Foucault.<\/p>\n<p>A gest\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o, inclusive se consideramos as estruturas governamentais que, cada vez mais, tomam a seu encargo quest\u00f5es at\u00e9 ent\u00e3o situadas como sendo de natureza privada (\u00a0por exemplo, a determina\u00e7\u00e3o judicial que \u201cavalia\u201d as condi\u00e7\u00f5es dos estragos do desejo materno para ratificar ou retirar a condi\u00e7\u00e3o de m\u00e3e junto \u00e0 crian\u00e7a\u00a0), revela-se particularmente destinada \u00e0s crian\u00e7as.<\/p>\n<figure id=\"attachment_5659157\" aria-describedby=\"caption-attachment-5659157\" style=\"width: 280px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5659157\" src=\"http:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/nauman280.jpg\" alt=\"\" width=\"280\" height=\"183\" srcset=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/nauman280.jpg 280w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/nauman280-274x179.jpg 274w\" sizes=\"auto, (max-width: 280px) 100vw, 280px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5659157\" class=\"wp-caption-text\">Bruce Nauman, Five Marching Men, 1985<\/figcaption><\/figure>\n<p>Trata-se de uma gest\u00e3o t\u00e9cnica sob o imperativo da mais absoluta objetividade e objetalidade do ser falante.<\/p>\n<p>\u201cSim, \u201cSimplesmente, fa\u00e7a-o!\u201d parece hoje a f\u00f3rmula, t\u00e3o vazia quanto imediata em sua formula\u00e7\u00e3o, com que economistas e pol\u00edticos, higienistas e cient\u00edficos alimentam, muitas v\u00eazes, o imperativo do Supereu.\u201d Essa afirma\u00e7\u00e3o de Miquel Bassols, &#8211; convidado internacional para a Jornada do Cien &#8211; ilumina o contexto atual no qual \u201ca economia de nossa \u00e9poca e seus fracassos parecem seguir um roteiro escrito linha por linha por uma inst\u00e2ncia t\u00e3o obscena e feroz.\u201d As cita\u00e7\u00f5es est\u00e3o no texto que voc\u00ea poder\u00e1 ler agora, no H\u00edfen, e se chama\u00a0<em>A voz do Supereu: Just Do It!<\/em><\/p>\n<p>Luc\u00edola Freitas de Mac\u00eado, membro da Coordena\u00e7\u00e3o do Cien Brasil, tamb\u00e9m est\u00e1 no H\u00edfen, com o texto\u00a0<em>Imagem e significante: enlaces e desenlaces.<\/em>\u00a0J\u00e1 ter\u00edamos nos perguntado sobre o que adv\u00e9m das novas tecnologias digitais como efeito na pr\u00e1tica da palavra? \u00c9 imposs\u00edvel n\u00e3o ter pressa para l\u00ea-lo, at\u00e9 porque a autora nos introduz em sua argumenta\u00e7\u00e3o por um acontecimento em tempo real, cuja cena est\u00e1 acess\u00edvel no You Tube.<\/p>\n<p>Cristina Drummond coordena a XIX Jornadas da EBP-MG,\u00a0<em>O que<\/em>\u00a0<em>quer a m\u00e3e hoje?<\/em>, e ENTRE-vista foi registrar suas ideias e reflex\u00f5es na interface dos campos anunciados pelos t\u00edtulos das duas Jornadas. A primeira pergunta j\u00e1 indica um link a ser pesquisado:\u00a0<em>Voc\u00ea encontra uma rela\u00e7\u00e3o entre o estado de satura\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as e o modo como as m\u00e3es educam seus filhos hoje?<\/em><\/p>\n<p><em>Crian\u00e7as Amos?<\/em>\u00a0\u00a0Vejam como elas nos s\u00e3o apresentadas por Adela Fryd em seu artigo publicado no Papers 9, do qual trazemos uma resenha escrita por Margarete Miranda.<\/p>\n<p class=\"sidebox\">Na cl\u00ednica deste novo s\u00e9culo, \u00e9 frequente encontrar crian\u00e7as que s\u00e3o mais amos que seus pais: crian\u00e7as que se situam numa paridade assombrosa frente a qualquer adulto. Trata-se de sujeitos que j\u00e1 desde os dois ou tr\u00eas anos, parecem n\u00e3o responder a ningu\u00e9m.<\/p>\n<p>Um amo absoluto para nossas vidas chegou para ficar: a chamada Internet das Coisas (\u00a0IoTS &#8211; Internet of Things and Services\u00a0) vai muito al\u00e9m da conex\u00e3o dos computadores, smartphones, etc, mas potencialmente \u00e9 capaz de ligar todos os objetos existentes no mundo. De fato, o \u201ctecnopoder\u201d se instala em todos os setores da vida humana, desde a possibilidade de que sua geladeira indique quais os alimentos que est\u00e3o faltando aos terrores noturnos das crian\u00e7as que desaparecer\u00e3o atrav\u00e9s de um gadget conectado ao smartphone dos pais. Nesse contexto, surge a\u00a0<em>Hello Barbie!<\/em>\u00a0Leia o texto de Maria Rita Guimar\u00e3es e opine sobre a nova Barbie.<\/p>\n<p>A rubrica\u00a0<em>LABOR(a)t\u00f3rios<\/em>\u00a0apresenta algumas de suas atividades em pequenos extratos, em um convite a que n\u00e3o deixe de participar do trabalho do Cien nas v\u00e1rias possibilidades abertas pela inter-disciplinariedade. Boa leitura!<\/p>\n<p>Desejamos-lhe boa leitura !<\/p>\n<hr \/>\n<h6>Notas:<\/h6>\n<div id=\"ftn1\">\n<h6><a title=\"\" href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">1<\/a>\u00a0\u00a0\u00a0Conforme o t\u00edtulo de um texto de Graciela Brosky<\/h6>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Maria Rita Guimar\u00e3es Caro leitor e amigo do Cien Digital, Extra! Extra! 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