{"id":5659239,"date":"2018-11-30T10:30:12","date_gmt":"2018-11-30T12:30:12","guid":{"rendered":"http:\/\/ciendigital.com.br\/?p=5659239"},"modified":"2018-11-30T10:30:12","modified_gmt":"2018-11-30T12:30:12","slug":"do-real-ao-efeito-simbolico-do-ato-ao-desejo-de-saber","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/2018\/11\/30\/do-real-ao-efeito-simbolico-do-ato-ao-desejo-de-saber\/","title":{"rendered":"Do real ao efeito simb\u00f3lico: do ato ao desejo de saber"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5659239?print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5659239?print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><div class=\"alert-danger\">\n<figure id=\"attachment_5659240\" aria-describedby=\"caption-attachment-5659240\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-5659240\" src=\"http:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/hilmaafklint280-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/hilmaafklint280-300x225.jpg 300w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/hilmaafklint280-768x576.jpg 768w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/hilmaafklint280-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/hilmaafklint280-274x205.jpg 274w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/hilmaafklint280-1170x877.jpg 1170w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/hilmaafklint280.jpg 1267w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5659240\" class=\"wp-caption-text\">Hilma af Klint, De tio st\u00f6rsta, nr 3, 1907<\/figcaption><\/figure>\n<h6><small>Laborat\u00f3rio:\u00a0<em>Rekalque, aqui bate e volta<\/em>\u00a0\u2022 Belo Horizonte (MG)<\/small><\/h6>\n<\/div>\n<h6>M\u00e1rcia Regina de Mesquita, Marcilena Assis Toledo, Paula Melga\u00e7o<\/h6>\n<p>O laborat\u00f3rio\u00a0<em>\u201cRekalque, aqui bate e volta\u201d,<\/em>\u00a0ao propor a Conversa\u00e7\u00e3o com adolescentes no espa\u00e7o escolar, aposta nesta linha de trabalho que vem sendo desenvolvida no Centro Interdisciplinar de Estudos sobre a Crian\u00e7a (CIEN). Acredita-se que as crian\u00e7as e os adolescentes falam e inventam diante de um real invasivo e traum\u00e1tico sendo poss\u00edvel uma mudan\u00e7a no sujeito. Segundo Brisset (2013) eles \u201cfalam, pensam, inventam moda por toda parte \u2013 na escola, na rua, nos hospitais, nos tribunais -, desde que haja pelo menos um dispositivo a escut\u00e1-los sobre o real de sua \u00e9poca e os impasses que lhe concernem\u201d (BRISSET, 2013, p.19).<\/p>\n<p>Apostando nos efeitos da circula\u00e7\u00e3o da palavra, realizamos a Conversa\u00e7\u00e3o com adolescentes considerados agressivos pelos professores e gestores da escola. Durante a conversa\u00e7\u00e3o, vimo-nos diante de algumas dificuldades que se apresentavam ao consentirmos com o \u201cn\u00e3o saber\u201d e permanecermos abertas \u00e0s conting\u00eancias. No primeiro dia da Conversa\u00e7\u00e3o os adolescentes, cinco do sexo masculino e tr\u00eas do sexo feminino, se mostram muito agitados. Falam ao mesmo tempo, mexem uns com os outros, usam palavras agressivas, d\u00e3o pontap\u00e9s e batem nos colegas: falam \u201cpor meio de seus corpos, de seus sintomas\u201d (BRISSET,2013,p.19). Ainda nas palavras da autora, \u201cmostram, tamb\u00e9m, como s\u00e3o vivazes, quando querem escapar das garras do controle e fazem tumulto nas escolas, comportando-se como dem\u00f4nios, sempre que os mestres os tratam como \u2018ot\u00e1rios\u201d ((BRISSET,2013.14).<\/p>\n<p>J\u00e1 na primeira Conversa\u00e7\u00e3o, durante os intervalos das atua\u00e7\u00f5es dos corpos, eles come\u00e7aram a se abrir \u00e0 palavra, falando, cada um a seu modo, do real invasivo vivido na fam\u00edlia, na comunidade e no pr\u00f3prio espa\u00e7o escolar:<\/p>\n<div class=\"sidebox\">\n<blockquote><p>Jeane:\u00a0<em>Quando ele (pai) chegava em casa ele xingava n\u00f3s daquele nome[\u2026].<\/em><\/p>\n<p>Jo\u00e3o:\u00a0<em>Dei uma bicada assim, a\u00ed o menino l\u00e1 apontou a arma na cabe\u00e7a.<\/em><\/p>\n<p>Joana:\u00a0<em>A professora \u03b2 j\u00e1 puxou meu cabelo, j\u00e1 jogou um apagador em mim.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<p>Os demais participantes tamb\u00e9m dizem do real que os afronta diariamente \u2013 da viol\u00eancia que vivenciam na comunidade como o tr\u00e1fico de drogas, da viol\u00eancia da palavra entre eles na institui\u00e7\u00e3o, da viol\u00eancia da palavra de seus professores. Eles dizem se sentirem \u201cmaltratados\u201d e \u201chumilhados\u201d principalmente diante da agressividade que vinha de seus colegas por meio dos apelidos, aqueles apelidos que tocavam no corpo como: Jonas: Chamar voc\u00ea de gorda.<\/p>\n<div class=\"sidebox\">\n<blockquote><p>Jeane:\u00a0<em>As meninas na sala ficam xingando J\u00falio de poney, burro,<\/em><\/p>\n<p>M\u00f4nica.J\u00fania:<em>\u00a0At\u00e9 eu ficaria triste se algu\u00e9m falasse comigo. Isso d\u00f3i. Uma pessoa virar pra voc\u00ea e falar isso.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<p>E apelidos que tocavam na conex\u00e3o do adolescente com o saber. Eles falam de seu insucesso no aprendizado e do constrangimento nas atividades escolares. O corpo do adolescente se manifesta quando o sujeito \u00e9 colocado em xeque diante do saber:<\/p>\n<div class=\"sidebox\">\n<blockquote><p>Juarez:\u00a0<em>Vergonha [&#8230;] professora. Eu tenho vergonha [&#8230;] \u00f4 professora, eu n\u00e3o sei ler.\u00a0<\/em>Joana:\u00a0<em>\u00d4 professora, eu come\u00e7o a ler e tremer eu n\u00e3o sei por que [&#8230;].<\/em><\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<p>Nessa Conversa\u00e7\u00e3o, eles expressam em palavras o mal-estar diante das agress\u00f5es sofridas. O corpo neste dia \u00e9 contido pela palavra. Em outra Conversa\u00e7\u00e3o, o mal-estar se apresenta quando os adolescentes se colocam tamb\u00e9m como os agressores e, ent\u00e3o, dizem:<\/p>\n<div class=\"sidebox\">\n<blockquote><p>Jonas:\u00a0<em>Eu sinto mal. Eu sinto mal de bater.<\/em><\/p>\n<p>Junia:\u00a0<em>\u00d4 professora, eu tenho d\u00f3 de bater nas pessoas.<\/em><\/p>\n<p>J\u00falio:\u00a0<em>Quando eu revido [&#8230;] eu fico sentindo mal; [&#8230;] a pessoa sofre e fica toda machucada.<\/em><\/p>\n<p>Jonas:\u00a0<em>Quando a gente deixa pra l\u00e1 a gente fica pensando. Quando revida tamb\u00e9m fica pensando.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<figure id=\"attachment_5659241\" aria-describedby=\"caption-attachment-5659241\" style=\"width: 280px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5659241\" src=\"http:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/nickrands280.jpg\" alt=\"\" width=\"280\" height=\"281\" srcset=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/nickrands280.jpg 280w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/nickrands280-150x150.jpg 150w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/nickrands280-274x275.jpg 274w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/nickrands280-50x50.jpg 50w\" sizes=\"auto, (max-width: 280px) 100vw, 280px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5659241\" class=\"wp-caption-text\">Nick Rands, \u2018Hundreds and Thousands\u2019, 2009<\/figcaption><\/figure>\n<p>Nesse momento, surge a surpresa: o real que aparece nas Conversa\u00e7\u00f5es, primeiramente atuado e expresso pelo corpo, agora bordejado pelo simb\u00f3lico, vem apaziguar este movimento pulsional desenfreado que os adolescentes mostram atrav\u00e9s da agressividade. Agora, como efeito desse processo, o ponto de embara\u00e7o, de incomodo dos adolescentes, se apresenta como uma a\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m praticada por eles mesmos. Da\u00ed, a surpresa ao se perceberem tamb\u00e9m como aqueles que maltratam e humilham.<\/p>\n<p>A surpresa e o novo tamb\u00e9m tocam seus professores. No dia da devolu\u00e7\u00e3o da pesquisa os professores falam sobre as mudan\u00e7as daqueles adolescentes que participaram da Conversa\u00e7\u00e3o. At\u00e9 esse momento, para os professores, o nosso trabalho com os adolescentes n\u00e3o estava muito claro. Sabiam que se tratava de uma pesquisa e que, durante seis semanas, uma vez na semana, alguns de seus alunos tinham que descer para dela participar. Um dos professores diz: \u201ceu n\u00e3o sabia a fundo\u201d. Algo do inusitado provocado pelo n\u00e3o saber dos professores teve efeitos positivos.<\/p>\n<p>Os professores solicitam, no in\u00edcio do trabalho, os nomes dos alunos\u00a0 participantes da Conversa\u00e7\u00e3o. Ao falarmos o nome de Jo\u00e3o, alguns professores se expressam com espanto, em coro \u201cNosso Deus\u201d. A partir da\u00ed a palavra circula pelo grupo e alguns professores come\u00e7am a falar das mudan\u00e7as percebidas em Jo\u00e3o, como tamb\u00e9m de outros adolescentes. Joana, a adolescente \u201cestourada\u201d, \u201cagressiva\u201d, tem conseguido conter-se mais dentro da sala de aula. Jader, adolescente agressivo e com grandes dificuldades de aprendizagem, retido tr\u00eas vezes no sexto ano, apresenta mudan\u00e7as: \u201dele est\u00e1 mais tranquilo e consegue ler\u201d. Ao sinalizar a tranquilidade do aluno, a professora aponta tamb\u00e9m para o bom trabalho que o professor de educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica tem feito com Jader. \u00a0Naquele momento o professor se surpreende e fala da alegria em escutar tal afirma\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de ressaltar seu desejo em ajudar o aluno. Ele diz que n\u00e3o tem uma solu\u00e7\u00e3o pronta \u201cno hall na pedagogia\u201d, ou seja, n\u00e3o h\u00e1 conhecimento te\u00f3rico e nem manual did\u00e1tico que transmita ao professor o que fazer diante de tais situa\u00e7\u00f5es. Por isso, muitas vezes, n\u00e3o sabia o que fazer e como fazer com esse aluno.<\/p>\n<p>Outro professor, considerado bravo pelos adolescentes mas que tamb\u00e9m era amado pelos mesmos, surpreende-se a partir da fala da psicanalista que valoriza seu n\u00e3o saber. Na \u00faltima Conversa\u00e7\u00e3o com os alunos, ele n\u00e3o queria liber\u00e1-los.\u00a0 Naquele dia, os adolescentes que apresentavam dificuldades de aprendizagem, inadequa\u00e7\u00e3o de comportamento e eram agressivos, pela primeira vez estavam fazendo toda a atividade dada por ele em sala. Foi poss\u00edvel, ent\u00e3o, para aquele professor e para os outros, constatarem os efeitos da palavra quando se abre espa\u00e7o para sua circula\u00e7\u00e3o que ,atrav\u00e9s da escuta psicanal\u00edtica, pode promover mudan\u00e7as. Nesse caso, n\u00e3o somente uma mudan\u00e7a de postura dos alunos em rela\u00e7\u00e3o aos estudos, como uma nova posi\u00e7\u00e3o assumida por alguns dos professores ali presentes. \u00c9 importante salientar que a proposta n\u00e3o foi de entregar \u00e0 escola alunos tranquilos, dedicados, ou seja, o aluno ideal. Um dos objetivos de nossa interven\u00e7\u00e3o foi abrir um espa\u00e7o para que os adolescentes buscassem outras sa\u00eddas para lidar com o mal estar no contexto escolar. Sa\u00eddas menos danosas, ao inv\u00e9s da agressividade que causava sofrimento tanto para o adolescente como para quem estava ao seu redor.<\/p>\n<p>Destacamos, por fim, o caso de Jo\u00e3o. Durante as primeiras Conversa\u00e7\u00f5es Jo\u00e3o solicita a palavra e a aten\u00e7\u00e3o a todo instante: corta a fala dos colegas e das pesquisadoras. Al\u00e9m disso, ao ser repreendido pelo grupo, amea\u00e7ava sair da sala e, para seus colegas, o melhor seria que realmente ele estivesse fora.<\/p>\n<p>Na terceira Conversa\u00e7\u00e3o inicia-se uma substitui\u00e7\u00e3o sutil do ato pela palavra. Jo\u00e3o j\u00e1 n\u00e3o interrompia a fala dos colegas, n\u00e3o se mexia tanto e n\u00e3o se fazia de v\u00edtima o tempo todo, suportando ficar na sala at\u00e9 o encerramento. No entanto, demandava insistentemente ser escutado atrav\u00e9s de seus relatos que sempre traziam eventos chocantes. Considerando que a palavra opera transforma\u00e7\u00f5es (SANTIAGO, 2009, p. 66-82), podemos pensar que Jo\u00e3o conseguiu aplacar a determina\u00e7\u00e3o pulsional do ato fazendo borda ao real atrav\u00e9s do simb\u00f3lico ao falar de seus medos e afli\u00e7\u00f5es. Assim, ao fazer o bom uso do sintoma, usando agora a palavra e n\u00e3o o corpo, ele sai de um lugar onde aprender era algo de uma impossibilidade e se abre para o saber. Na \u00faltima Conversa\u00e7\u00e3o ele diz ter tirado \u201ctudo nove\u201d nas provas.<\/p>\n<p>A Conversa\u00e7\u00e3o prop\u00f5e um espa\u00e7o para o \u201cbem dizer\u201d que, em rela\u00e7\u00e3o a Jo\u00e3o, favoreceu para que seu desejo de saber aparecesse. A esta possibilidade de mudan\u00e7a, soma-se tamb\u00e9m o desejo da professora de apoio em lhe transmitir algo. Ela come\u00e7a acompanh\u00e1-lo mais de perto durante a realiza\u00e7\u00e3o da Conversa\u00e7\u00e3o na escola. Os professores dizem que ele est\u00e1 mais calmo, menos agitado e aberto ao aprendizado. Destacamos duas falas distintas de Jo\u00e3o que podem ilustrar os efeitos apresentados pelo adolescente relacionados ao seu desejo de saber que p\u00f4de aparecer na medida em que o real come\u00e7ou a ser tratado pela palavra:<\/p>\n<div class=\"sidebox\">\n<blockquote><p>\u201cProfessora, escreve em caixa alta que eu copio.\u201d<\/p>\n<p>Professora, eu j\u00e1 estou lendo na rua, que dia voc\u00ea vai tomar a minha leitura?\u201d<\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<footer>\n<hr \/>\n<h6><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/strong><\/h6>\n<h6>BRISSET, Fernanda Otoni; SANTIAGO, Ana Lydia; Miller, Judith (Org).\u00a0<strong>Crian\u00e7as falam! E t\u00eam o que dizer:<\/strong>\u00a0experi\u00eancias do CIEN no Brasil. 1\u00aa ed. Belo Horizonte: Scriptum, 2013. 206 p<\/h6>\n<h6>________, Fernanda Otoni. Crian\u00e7as falam! E t\u00eam o que dizer. In: BRISSET, Fernanda Otoni; SANTIAGO, Ana Lydia; Miller, Judith (Org).\u00a0<em>Crian\u00e7as falam! E t\u00eam o que<\/em><strong>\u00a0<\/strong><em>dizer: experi\u00eancias do CIEN no Brasil.<\/em>\u00a01\u00aa ed. Belo Horizonte: Scriptum, 2013.p 11 &#8211; 19.<\/h6>\n<h6>SANTOS, T\u00e2nia Coelho dos (org).\u00a0<em>Inova\u00e7\u00f5es no ensino e na pesquisa em psican\u00e1lise<\/em>\u00a0<em>aplicada<\/em>. Rio de Janeiro: 7 letras, 2009, 192p<\/h6>\n<h6>SANTIAGO, Ana Lydia Bezerra. Psican\u00e1lise aplicada ao campo da educa\u00e7\u00e3o: interven\u00e7\u00e3o na desinser\u00e7\u00e3o social na escola. In: SANTOS, T\u00e2nia Coelho (org).\u00a0<em>Inova\u00e7\u00f5es no ensino e na pesquisa em psican\u00e1lise aplicada<\/em>. Rio de Janeiro: 7 letras, 2009.<\/h6>\n<\/footer>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Laborat\u00f3rio:\u00a0Rekalque, aqui bate e volta\u00a0\u2022 Belo Horizonte (MG) M\u00e1rcia Regina de Mesquita, Marcilena Assis Toledo, Paula Melga\u00e7o O laborat\u00f3rio\u00a0\u201cRekalque, aqui bate e volta\u201d,\u00a0ao propor a Conversa\u00e7\u00e3o com adolescentes no espa\u00e7o escolar, aposta nesta linha de trabalho que vem sendo desenvolvida no Centro Interdisciplinar de Estudos sobre a Crian\u00e7a (CIEN). 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