{"id":5659536,"date":"2022-01-23T06:51:51","date_gmt":"2022-01-23T09:51:51","guid":{"rendered":"http:\/\/ciendigital.com.br\/?p=5659536"},"modified":"2022-01-23T07:43:36","modified_gmt":"2022-01-23T10:43:36","slug":"dignidade-um-significante-em-rede1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/2022\/01\/23\/dignidade-um-significante-em-rede1\/","title":{"rendered":"Dignidade, um significante em rede<sup>[1]<\/sup>"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5659536?print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5659536?print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h6><em>Paola Salinas (EBP-AMP)<\/em><\/h6>\n<p><strong>Uma rede pessoal, a princ\u00edpio.<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-5659537\" src=\"http:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/002-001-215x300.jpg\" alt=\"\" width=\"215\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/002-001-215x300.jpg 215w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/002-001-274x382.jpg 274w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/002-001.jpg 357w\" sizes=\"auto, (max-width: 215px) 100vw, 215px\" \/>Inicialmente, este significante se precipitou a partir de uma tor\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 indignidade, constru\u00eddo em uma primeira reuni\u00e3o por skype com \u00c8ve Miller-Rose, Daniel Roy e Anne Ganivet\u2013Poumellec<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\"><sup>[2]<\/sup><\/a>, contingencialmente, em um momento decisivo no qual eu iniciava uma nova an\u00e1lise. Uma ang\u00fastia me acompanhava quando me vi <em>s\u00f3<\/em>, diante do computador, com algumas anota\u00e7\u00f5es sem falar o franc\u00eas, ao mesmo tempo que <em>s\u00f3<\/em>, em outro pa\u00eds, cuja l\u00edngua eu falava e que apesar disso, n\u00e3o conhecia. Este <em>s\u00f3<\/em> compunha outra rede pessoal, que n\u00e3o deixava de se impor \u00e0 constru\u00e7\u00e3o do meu la\u00e7o com a psican\u00e1lise, a partir de outra perspectiva da solid\u00e3o e da palavra.<\/p>\n<p>A dignidade, especificamente \u2018a dignidade da palavra\u2019 tamb\u00e9m estava em uma rede pessoal, j\u00e1 afetada pelo trabalho no Cien Brasil com uma grande equipe de colegas dos diferentes estados brasileiros e com os la\u00e7os com o Cien Argentina desde o ano anterior.<\/p>\n<p>Indigna\u00e7\u00e3o era um dos significantes que compunham o t\u00edtulo do IX ENAPOL, e era um ponto de partida para pensar a II Conversa\u00e7\u00e3o do CIEN Am\u00e9rica. A <em>dignidade do sujeito<\/em> como b\u00fassola era algo que me permitia pensar o singular dentro do coletivo. Nesta primeira reuni\u00e3o, pude escutar aportes, resson\u00e2ncias e explicitar a cadeia de trabalho \u00e0 qual o significante dignidade pertencia. O tema ent\u00e3o se decantou: \u201cA Crian\u00e7a Violenta e a Dignidade do Sujeito\u201d.<\/p>\n<p><strong>Uma rede com o la\u00e7o, com o outro<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-5659538 alignleft\" src=\"http:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/002-002-300x157.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"157\" srcset=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/002-002-300x157.jpg 300w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/002-002-274x143.jpg 274w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/002-002.jpg 496w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>Esta frase soa estranha, mas surgiu espontaneamente dessa forma, talvez por querer destacar que a rede foi motivada pela import\u00e2ncia do la\u00e7o. Ou seja, para al\u00e9m ou para aqu\u00e9m do outro, o la\u00e7o constitui-se em uma ferramenta fundamental em nossa pr\u00e1tica, bem como na possibilidade de reintroduzir a solid\u00e3o em um coletivo.<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\"><sup>[3]<\/sup><\/a> Possibilidade esta que pude extrair do CIEN, com os diferentes colegas com os quais compartilhei o trabalho, um la\u00e7o considerando a solid\u00e3o de cada um.<\/p>\n<p>O significante <em>dignidade<\/em> se apresentou, primeiramente, ao buscar formalizar os efeitos de uma determinada conversa\u00e7\u00e3o, nas palavras de Alejandro Daumas<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\"><sup>[4]<\/sup><\/a>. Est\u00e1vamos na I Conversa\u00e7\u00e3o do Cien Am\u00e9rica e este ponto retornou nas perspectivas finais, nas pontua\u00e7\u00f5es de Juan Carlos Indart, que soube extra\u00ed-lo, afirmando que \u201cquando cada um pode se arriscar a colocar em palavras um pouco da sua singularidade, podemos dizer que uma conversa\u00e7\u00e3o ocorreu e desse modo, a \u2018dignidade singular\u2019 seria o alcance m\u00e1ximo que se poderia aspirar em uma conversa\u00e7\u00e3o\u201d<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\"><sup>[5]<\/sup><\/a>. J\u00e1 no Argumento da II Conversa\u00e7\u00e3o do Cien Am\u00e9rica<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\"><sup>[6]<\/sup><\/a> , enunci\u00e1vamos que quando se aposta que cada um possa se responsabilizar por um dizer que lhe escapa, por um ato que lhe surpreende, e assim reconquistar como sujeito a dignidade de seu sintoma, abre-se outra possibilidade de la\u00e7o com o Outro.<\/p>\n<p><strong>Uma rede que inclui a diferen\u00e7a, e por que n\u00e3o, a diferen\u00e7a sexual<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\"><sup>[7]<\/sup><\/a><\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-5659539\" src=\"http:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/002-003-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" srcset=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/002-003-300x169.jpg 300w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/002-003-274x154.jpg 274w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/002-003.jpg 596w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>Se sustentamos que a dignidade no CIEN se apresenta de modo \u201ccontingente, articulada ao desejo e \u00e0 margem da rotina protocolar, podemos verificar uma aposta que se sustenta a cada vez no la\u00e7o com os outros e que requer uma tomada de posi\u00e7\u00e3o frente ao saber e ao ideal\u201d<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\"><sup>[8]<\/sup><\/a>. \u00c9 justamente um vazio de saber que \u00e9 convocado e \u00e9 interessante, sen\u00e3o essencial, que assim seja.<\/p>\n<p>Ser poss\u00edvel inserir no la\u00e7o social algo da singularidade porta uma dignidade, sendo que a primeira guarda uma rela\u00e7\u00e3o \u00edntima com a diferen\u00e7a absoluta. A <em>dignidade de uma diferen\u00e7a <\/em>\u00e9 a de poder dela se apropriar e tom\u00e1-la, seja na experi\u00eancia anal\u00edtica, ou em pequenas experi\u00eancias do dizer, como nos laborat\u00f3rios, na dire\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria \u00e0 da segrega\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Assim, trata-se mais de retomar o ponto de exclus\u00e3o de cada parl\u00eatre presente em sua constitui\u00e7\u00e3o<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\"><sup>[9]<\/sup><\/a>, tomar o corpo incluindo esse ponto opaco que o comp\u00f5e e que marca uma diferen\u00e7a essencial, que n\u00e3o pode ser absorvida em nenhuma identidade, normativa ou n\u00e3o. A \u00e9tica lacaniana parte da no\u00e7\u00e3o que o sexual porta um imposs\u00edvel de legislar, de domesticar, de harmonizar, e de nomear precipitadamente.<\/p>\n<p><strong>Transmiss\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-5659540 alignleft\" src=\"http:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/002-004-300x193.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"193\" srcset=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/002-004-300x193.jpg 300w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/002-004-274x176.jpg 274w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/002-004.jpg 518w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>Creio poder afirmar que a <em>dignidade de uma diferen\u00e7a<\/em> \u00e9 que ela seja sinthom\u00e1tica, ponto mais singular de um sujeito, frente ao qual, na experi\u00eancia anal\u00edtica, se espera uma identifica\u00e7\u00e3o. Uma diferen\u00e7a sinthom\u00e1tica, uma identifica\u00e7\u00e3o ao sinthoma, que \u00e9 diferente de identificar-se a uma identidade compartilhada ou a um grupo.<a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\"><sup>[10]<\/sup><\/a><\/p>\n<p>Seguimos no Cien Am\u00e9rica na constru\u00e7\u00e3o a tantas m\u00e3os, letras e ouvidos, em um la\u00e7o renovado e vivificado. Ademais de contarmos com os aportes do Cien franc\u00f3fono. Esta <em>El ni\u00f1o<\/em> <em>15<\/em><a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\"><sup>[11]<\/sup><\/a> d\u00e1 mostras de um di\u00e1logo constante, aberto e furado em rela\u00e7\u00e3o ao que nos cabe investigar neste momento no CIEN, que nomearia de modo geral, pontos da diferen\u00e7a sexual.<\/p>\n<p>Assim, ao acompanhar a rede do significante dignidade, desde a I conversa\u00e7\u00e3o de 2017, a reuni\u00e3o por Skype, a II Conversa\u00e7\u00e3o em S\u00e3o Paulo e este momento de lan\u00e7amento da <em>El ni\u00f1o<\/em>, posso constatar que ocorreu uma transmiss\u00e3o. Uma experi\u00eancia de dignidade em ato, a qual depois pode vir a se fazer texto. \u00c9 a partir dessa experi\u00eancia que as cita\u00e7\u00f5es, refer\u00eancias e coment\u00e1rios podem transmitir melhor, incluindo o corpo no tecer dessas redes de trabalho. A experi\u00eancia do CIEN contribui desse modo para a psican\u00e1lise atual, ao tecer, n\u00e3o sem o corpo, um lugar para acolher a diferen\u00e7a e retomar outro modo de la\u00e7o com o Outro. A psican\u00e1lise como anfitri\u00e3 desse espa\u00e7o, abre os poros para que o singular possa respirar.<\/p>\n<hr \/>\n<h6><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a>\u2003 Texto apresentado no Lan\u00e7amento da Revista El Ni\u00f1o n 15, em 26 de setembro de 2020, via Zoom.<\/h6>\n<h6>Dispon\u00edvel em: Presentaci\u00f3n de la Revista El ni\u00f1o \u2013 \u00daltima parte &#8211; https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=SXC0BUwxET4&amp;list=PLtR_NyEau3CbD6Czt4UxAEZ2kIFSa7uNF&amp;index=2&amp;t=55s Traduzido do espanhol pela autora.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\"><sup>[2]<\/sup><\/a>\u2003 Comp\u00f5em o Bureau da Funda\u00e7\u00e3o do Campo Freudiano. A reuni\u00e3o ocorreu em mar\u00e7o de 2019.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\"><sup>[3]<\/sup><\/a>\u2003 Miller. J. A. Teoria de Turim: sobre o sujeito da Escola. In: Op\u00e7\u00e3o Lacaniana <em>on line<\/em> nova s\u00e9rie. Ano 7, n 21, novembro de 2016.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\"><sup>[4]<\/sup><\/a>\u2003 Imposs\u00edvel n\u00e3o mencionar seu livro intitulado <em>La dignidad del ni\u00f1o analizante<\/em>. Lan\u00e7ado em 2018 pela Grama Ediciones.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\"><sup>[5]<\/sup><\/a>\u2003 Udenio, B e Indart, J C Os la\u00e7os sociais e suas transforma\u00e7\u00f5es. Conversa\u00e7\u00e3o Internacional do CIEN 2017 \u2013 Mesa de Encerramento. In: Cien Digital, n 22. novembro de 2018. Dispon\u00edvel em: www.ciendigital.com.br<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\"><sup>[6]<\/sup><\/a>\u2003 Argumento II Conversa\u00e7\u00e3o Cien Am\u00e9rica, S\u00e3o Paulo, setembro de 2019. Dispon\u00edvel em: https:\/\/cienbrasil.wordpress.com<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\"><sup>[7]<\/sup><\/a>\u2003 Tema de estudo das Redes da Inf\u00e2ncia do Campo Freudiano 2019-2021.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\"><sup>[8]<\/sup><\/a>\u2003 Salinas, P. C\u00eara, F. CIEN: una apertura posible a la dignidad. Puntos vivos de la II Conversaci\u00f3n Americana del CIEN. In: Revista El Ni\u00f1o n 15. El ni\u00f1o: modulaciones sobre lo neutro. Comp. Beatriz Udenio. Publicaci\u00f3n del Instituto del Campo Freudiano y del Centro Interdisciplinario de Estudios sobre el Ni\u00f1o (CIEN) \u2013 Nueva serie. Olivos, Grama Ediciones, 2020.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\"><sup>[9]<\/sup><\/a>\u2003 Lacan, J. El ombligo del sue\u00f1o es un agujero. Respuesta a Marcel Ritter. In: Freudiana, n 87. La discordia de los sexos. Septiembre-Diciembre de 2019. Revista de Psicoan\u00e1lisis de la comunidad de Catalu\u00f1a de la ELP.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\"><sup>[10]<\/sup><\/a>\u2003 Laurent, \u00c9. Observaciones sobre tres encuentros entre el feminismo y la no relaci\u00f3n sexual. In: El psicoan\u00e1lisis. Revista de la Escuela Lacaniana de Psicoan\u00e1lisis. n\u00b0 35, p. 7.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\"><sup>[11]<\/sup><\/a>\u2003 Revista El Ni\u00f1o n 15. Id. Ibid.<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Paola Salinas (EBP-AMP) Uma rede pessoal, a princ\u00edpio. Inicialmente, este significante se precipitou a partir de uma tor\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 indignidade, constru\u00eddo em uma primeira reuni\u00e3o por skype com \u00c8ve Miller-Rose, Daniel Roy e Anne Ganivet\u2013Poumellec[2], contingencialmente, em um momento decisivo no qual eu iniciava uma nova an\u00e1lise. 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