{"id":5659620,"date":"2023-03-05T16:02:13","date_gmt":"2023-03-05T19:02:13","guid":{"rendered":"https:\/\/ciendigital.com.br\/?p=5659620"},"modified":"2023-06-27T08:15:13","modified_gmt":"2023-06-27T11:15:13","slug":"a-originalidade-da-interdisciplinaridade-do-cien","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/2023\/03\/05\/a-originalidade-da-interdisciplinaridade-do-cien\/","title":{"rendered":"A originalidade da interdisciplinaridade do CIEN*"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5659620?print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5659620?print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h6><em>Maria do Ros\u00e1rio Collier do R\u00eago Barros<\/em><\/h6>\n<figure id=\"attachment_5659621\" aria-describedby=\"caption-attachment-5659621\" style=\"width: 220px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-5659621 size-medium\" src=\"http:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/cont002-220x300.jpg\" alt=\"Caba\u00e7as, obra de Silvio Jess\u00e9, Mucug\u00ea-Bahia, sem data\" width=\"220\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/cont002-220x300.jpg 220w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/cont002-274x373.jpg 274w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/cont002.jpg 341w\" sizes=\"auto, (max-width: 220px) 100vw, 220px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5659621\" class=\"wp-caption-text\">Caba\u00e7as, obra de Silvio Jess\u00e9, Mucug\u00ea-Bahia, sem data<\/figcaption><\/figure>\n<p>Agrade\u00e7o a Paola e \u00e0 comiss\u00e3o CIEN-Brasil o convite para participar desta manh\u00e3 de trabalho, nesta mesa dedicada a fazer uma homenagem a Judith Miller relembrando os princ\u00edpios do CIEN. Parabenizo a comiss\u00e3o por essa iniciativa. \u00c9 sempre importante lembrar os princ\u00edpios que orientam a pr\u00e1tica do CIEN.<\/p>\n<p>Minha fala hoje aqui foi inspirada n\u00e3o s\u00f3 pela leitura dos textos de Judith Miller que circularam nos laborat\u00f3rios do Rio, mas tamb\u00e9m pelas conversas que l\u00e1 tivemos no encontro mensal dos laborat\u00f3rios. Nessas conversas senti a vivacidade da transmiss\u00e3o desses princ\u00edpios pelos coordenadores do CIEN e o interesse entusiasmado dos participantes por sua orienta\u00e7\u00e3o ao se darem conta de que se trata de uma pr\u00e1tica in\u00e9dita da interdisciplinaridade, que nem sempre \u00e9 f\u00e1cil de sustentar. Manter viva a originalidade da inven\u00e7\u00e3o do CIEN \u00e9 uma boa homenagem que podemos fazer a Judith Miller.<\/p>\n<p>Havia muito entusiasmo na conversa, mas tamb\u00e9m a apreens\u00e3o de como \u00e9 f\u00e1cil resvalar na dire\u00e7\u00e3o de uma pr\u00e1tica convencional da interdisciplinaridade, onde o laborat\u00f3rio arrisca ser absorvido pelas reuni\u00f5es institucionais e o que muita vezes nelas se instalam de soma ou competi\u00e7\u00e3o de saberes, de controle, etc. S\u00e3o os riscos de quando o laborat\u00f3rio funciona, ou se re\u00fane dentro da institui\u00e7\u00e3o. Outro risco \u00e9 o da exterioridade persecut\u00f3ria, quando se re\u00fane fora e se incluem profissionais com pr\u00e1ticas diversas dentro e fora de institui\u00e7\u00f5es e que pode, \u00e0s vezes, se reduzir a uma reuni\u00e3o entre psis. O cuidado da coordena\u00e7\u00e3o do CIEN, me pareceu seguir a orienta\u00e7\u00e3o de Judith, quando diz que \u00e9 preciso temperar o entusiasmo sem o apagar. Como fazer isso quando enfrentamos esses riscos, sen\u00e3o lembrando a dimens\u00e3o da extimidade para poder buscar formas de faz\u00ea-la operar tanto em um caso como no outro. Temperar o entusiasmo \u00e9 n\u00e3o se deixar cegar por ele e buscar inventar formas para lidar com as dificuldades sem deix\u00e1-las se instalarem, poder lidar com momentos de fracasso, acolh\u00ea-los para fazer deles a mola da inven\u00e7\u00e3o. Fazer operar a extimidade \u00e9 uma das fun\u00e7\u00f5es da presen\u00e7a indispens\u00e1vel de pelo menos um psicanalista no laborat\u00f3rio. Ou, melhor dizendo, de algu\u00e9m que passou pela experi\u00eancia da psican\u00e1lise como analisante e foi levado a lidar com o estranho \u00edntimo que desacomoda e acossa, e por isso mesmo convoca \u00e0 inven\u00e7\u00e3o que permite sair do convencional, do protocolar.<\/p>\n<p>Ao dizer isso aqui a voc\u00eas fica passando pela minha cabe\u00e7a minha experi\u00eancia em laborat\u00f3rios dentro e fora de institui\u00e7\u00f5es e todo o dif\u00edcil manejo para garantir a extimidade necess\u00e1ria a realiza\u00e7\u00e3o da conversa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>J\u00e1 podemos ver o que faz o in\u00e9dito dessa pr\u00e1tica pela sua marca de origem no Campo Freudiano, que foi muito bem indicada pelo h\u00edfen colocado por Lacad\u00e9e entre o inter e o disciplinar, sempre lembrado por Judith. Podemos dizer que ele constitui um dos princ\u00edpios do CIEN. Judith se refere a ele v\u00e1rias vezes como o tra\u00e7o de uni\u00e3o, que convida \u00e0 conversa\u00e7\u00e3o. Mas essa sua fun\u00e7\u00e3o de liga\u00e7\u00e3o entre as disciplinas s\u00f3 acontece quando faz valer um intervalo e permite uma suspens\u00e3o no saber para favorecer \u201cum saber n\u00e3o saber\u201d e poder acolher o novo, o diferente. Nas conversas do CIEN nos referimos a ele como um espa\u00e7o vazio, o que pode ficar abstrato se n\u00e3o o articulamos \u00e0s brechas que podem se abrir no saber pr\u00e9-estabelecido, no saber comum que se alastra como uma praga sem poder ser interrogado. O vazio se realiza muitas vezes como tempo de espera, que n\u00e3o \u00e9 passivo. Sustentar intervalo, permitir o vazio, escutar o que se diz sem saber, poder transformar isso em perguntas, \u00e9 conectar cada um com os pontos de opacidade no seu desejo, em suas repeti\u00e7\u00f5es sintom\u00e1ticas.<\/p>\n<p>Em nossa conversa no Rio, quando esse vazio foi interrogado, fomos levados a uma quest\u00e3o interessante e bem pr\u00e1tica: como abordar outros profissionais com os quais desejamos estabelecer um trabalho interdisciplinar? Ou seja, como criar condi\u00e7\u00f5es para a forma\u00e7\u00e3o de um laborat\u00f3rio? Como se d\u00e1, ou como deve se dar esse trabalho preliminar \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de um laborat\u00f3rio nas situa\u00e7\u00f5es mais diversas em que isso acontece? A\u00ed podemos apreender a import\u00e2ncia deste h\u00edfen na maneira como nos dirigimos aos outros profissionais, trazendo nossas pr\u00f3prias perguntas e n\u00e3o respostas <em>pr\u00eat-\u00e0-porter<\/em>, o que permite que as dificuldades enfrentadas por eles se transformem em perguntas, em enigmas a serem trabalhado por todos. Com as perguntas colocadas na mesa se pode iniciar o jogo de trocas, onde cada um vai buscar o que construiu para responder a elas e o que restou opaco, dif\u00edcil de entender e de lidar. O que vai acontecer a partir da\u00ed faz do n\u00e3o saber um ponto de abertura, e n\u00e3o de impot\u00eancia ou desist\u00eancia. A interdisciplinaridade que opera com a soma, o ac\u00famulo de saber fecha as portas, tampona as brechas, os intervalos, n\u00e3o deixa aparecer o vazio criativo.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-5659622\" src=\"http:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/cont003-300x168.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"168\" srcset=\"https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/cont003-300x168.jpg 300w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/cont003-768x431.jpg 768w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/cont003-274x154.jpg 274w, https:\/\/ciendigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/cont003.jpg 911w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>Vimos como esse h\u00edfen opera no trabalho para a constitui\u00e7\u00e3o de um laborat\u00f3rio. Podemos nos perguntar como ele opera em seu funcionamento. \u00c9 ent\u00e3o que entra na originalidade da pr\u00e1tica do CIEN o uso do corte e da dimens\u00e3o temporal do <em>a-posteriori<\/em>. Autorizar-se a operar com o corte na conversa\u00e7\u00e3o com os profissionais e tamb\u00e9m com as crian\u00e7as e os adolescentes nos ensina muito sobre o que falar quer dizer. A fala corre o risco de se perder num blablabl\u00e1, numa queixa, num desabafo sem consequ\u00eancias. O corte tem uma fun\u00e7\u00e3o decisiva para que cada um possa se escutar e escutar o outro, n\u00e3o a partir do que j\u00e1 estava cristalizado como saber sobre si e sobre o outro. O corte \u00e9 um instrumento para se tirar consequ\u00eancias da fala e poder extrair dos ditos, que surgem muitas vezes como uma verdadeira avalanche, um dizer, que surpreende os outros, mas tamb\u00e9m \u00e0quele mesmo que fala. O corte faz intervalo e convoca o posicionamento de cada um no trabalho com uma quest\u00e3o que surge no coletivo, como sendo de v\u00e1rios, embora vivida de forma diferente por cada um. O corte \u00e9 necess\u00e1rio sempre que nos abrimos para a conting\u00eancia do encontro e queremos fazer dela n\u00e3o um atrapalho, um acidente pernicioso, mas o que tem chance de suspender a obrigatoriedade das respostas e dos caminhos j\u00e1 tra\u00e7ados.<\/p>\n<p>A dimens\u00e3o do corte traz consigo a do <em>a-posteriori<\/em>. Judith dava muita import\u00e2ncia ao <em>a-posteriori<\/em> no qual se d\u00e1 o tempo da escrita e da transmiss\u00e3o, mas tamb\u00e9m o tempo necess\u00e1rio para recolher os efeitos do que foi falado. Na minha experi\u00eancia de laborat\u00f3rio em uma escola p\u00fablica do Rio de Janeiro, onde fizemos conversa\u00e7\u00e3o com os adolescentes e a participa\u00e7\u00e3o de professores, se tornou indispens\u00e1vel, entre uma conversa\u00e7\u00e3o e outra, um tempo para nos debru\u00e7armos sobre o que tinha ocorrido em cada uma delas. Essa elabora\u00e7\u00e3o <em>a-posteriori<\/em> com os professores e participantes do laborat\u00f3rio era decisiva na forma de presen\u00e7a que t\u00ednhamos na conversa\u00e7\u00e3o seguinte.<\/p>\n<p>O tempo do <em>a-posteriori<\/em> \u00e9 importante tamb\u00e9m para ficarmos atentos aos efeitos nos participantes da conversa\u00e7\u00e3o: por exemplo, para estarmos dispon\u00edveis para escut\u00e1-los individualmente quando se dirigem aos coordenadores, ou para que os pr\u00f3prios coordenadores possam fazer essa oferta quando acharem necess\u00e1rio.<\/p>\n<p>O manejo do corte traz tamb\u00e9m a quest\u00e3o de at\u00e9 onde ir nesse dispositivo de elabora\u00e7\u00e3o coletiva, para n\u00e3o se tornar um mostrar obsceno da dor de cada um que convoca um voyeurismo tamb\u00e9m obsceno. Trata-se de um manejo delicado e atento por parte dos coordenadores para poder extrair da forma como cada um se mostra em palavras, e muitas vezes em ato, o que faz sintoma. Trata-se de dar dignidade ao sintoma como uma forma de lidar com o que \u00e9 opaco para cada um, com o que o ultrapassa no momento mesmo da conversa\u00e7\u00e3o. Dar a chance de ser lido como sintoma e n\u00e3o como d\u00e9ficit, ou como degenera\u00e7\u00e3o devida \u00e0s coordenadas de sua hist\u00f3ria, como, por exemplo, ser pobre, viver numa favela, ser negro, pertencer a tal fam\u00edlia. A leitura baseada nesses fatores \u00e9 o que infelizmente cerca as crian\u00e7a e adolescentes de hoje nas institui\u00e7\u00f5es onde circulam. Dar lugar ao sintoma como forma de tratamento do resto, daquilo que ultrapassa, que excede de forma totalmente sem sentido, e poder acolher esse resto como fator de divis\u00e3o subjetiva, e n\u00e3o como um elemento a ser segregado \u00e9 o trabalho civilizat\u00f3rio e anti-segregativo do CIEN, que Judith tanto prezava.<\/p>\n<p>Por fim, queria trazer para nossa discuss\u00e3o a rela\u00e7\u00e3o do CIEN com a Escola e com os Institutos que, aqui no Brasil, abrigam o CIEN. Usei a palavra abrigo. Mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 disso que se trata. O funcionamento dos laborat\u00f3rios precisa de pelo menos um analista, ou melhor dizendo um analisante em forma\u00e7\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que em seus textos Judith n\u00e3o cessa de situar o CIEN em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Escola, que \u00e9 o lugar onde se formam os analistas. Ela sabia o quanto a pr\u00e1tica do CIEN fica dif\u00edcil sem a Escola, e tamb\u00e9m o quanto as Escolas precisam do CIEN. Ambos situados no Campo Freudiano, como Lacan designou \u201co espa\u00e7o conceitual e a nova pr\u00e1tica que Freud inaugurou ao inventar a psican\u00e1lise. Nesse campo se encontram as Escolas de forma\u00e7\u00e3o dos psicanalistas e as diversas inst\u00e2ncias respons\u00e1veis por tornar a psican\u00e1lise presente no mundo, atualizando-a para que esteja \u00e0 altura das mudan\u00e7as e dos novos desafios que essas mudan\u00e7as trazem para a pr\u00e1tica da psican\u00e1lise. Lacan criou, desde a funda\u00e7\u00e3o de sua Escola, as condi\u00e7\u00f5es para que ela n\u00e3o fosse uma comunidade fechada. O CIEN, como dizia Judith, tem a fun\u00e7\u00e3o de ser um dos pontos de abertura para a reconquista do Campo Freudiano. Essa reconquista, como dizia Lacan, deve se dar primeiro em rela\u00e7\u00e3o a cada um, na abertura de cada analista para aprender e se desacomodar no encontro com as outras disciplinas. A presen\u00e7a de um analista, indispens\u00e1vel no laborat\u00f3rio, tamb\u00e9m n\u00e3o visa nem a forma\u00e7\u00e3o dos seus participantes, nem sua pr\u00f3pria forma\u00e7\u00e3o, embora seja uma pr\u00e1tica que certamente tem efeitos de forma\u00e7\u00e3o, que precisamos poder recolher. Achei importante o que disse Judith sobre a import\u00e2ncia da presen\u00e7a encarnada do psicanalista, na medida em que ela abre para um al\u00e9m, para uma transfer\u00eancia com a psican\u00e1lise e sua aposta na enuncia\u00e7\u00e3o, no dizer que surpreende e que favorece a inven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Surge um outro tipo de cuidado que temos que ter na pr\u00e1tica dos laborat\u00f3rios do CIEN: acolher o dizer e a enuncia\u00e7\u00e3o sem fazer disso uma pr\u00e1tica terap\u00eautica. Aqui ganha toda import\u00e2ncia o manejo do corte na pr\u00e1tica da conversa\u00e7\u00e3o e nas reuni\u00f5es dos laborat\u00f3rios.<\/p>\n<p>Concluo com um dito da professora e diretora da escola p\u00fablica onde o laborat\u00f3rio \u201cCausar para n\u00e3o segregar\u201d fez a conversa\u00e7\u00e3o com os jovens adolescentes. Ela disse, em nossa reuni\u00e3o de conclus\u00e3o, que aprendeu a fazer o corte primeiro em si mesma para n\u00e3o responder aos alunos com a mesma viol\u00eancia que sentia dirigida a ela. A partir desse corte sobre ela mesma \u00e9 que conseguia escut\u00e1-los, descobri-los de outra forma e intervir de maneira a causar e n\u00e3o segregar. Da\u00ed o nome de nosso laborat\u00f3rio.<\/p>\n<h6>*Texto apresentado na VI Manh\u00e3 de trabalhos CIEN-Brasil, O que falar quer dizer? Singularidade e diferen\u00e7a, hoje. Rio Janeiro, 23 de novembro de 2018<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Maria do Ros\u00e1rio Collier do R\u00eago Barros Agrade\u00e7o a Paola e \u00e0 comiss\u00e3o CIEN-Brasil o convite para participar desta manh\u00e3 de trabalho, nesta mesa dedicada a fazer uma homenagem a Judith Miller relembrando os princ\u00edpios do CIEN. 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